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Ansiedade: Uma das Causas da Obesidade


Uma observação inicial: Caso você se identifique com esse artigo e suspeite ou acredite que é ansioso, procure auxílio profissional para tratar – não os sintomas somente – mas, principalmente, as causas do problema. Isso porque a ansiedade é a causa da obesidade de muitas pessoas, e se você deseja partir para o emagrecimento, só será possível superando esse obstáculo.
Você é ansioso (a)? Quando está sozinho em casa o que faz? Consegue relaxar, deitar na cama e ficar tranqüilo, sem preocupações, sem estresse, somente aproveitando o seu momento de descanso? Ou você já é mais do tipo que não consegue nem sentar. Quando fica sozinho, você logo caminha prá lá e prá cá, pensando em milhares de coisas até que ataca toda a comida da geladeira?
A ansiedade é um momento de tensão. O corpo sabe que receberá stress e por isso modifica suas condições fisiológicas para aquele momento. Sentindo-se ansioso, você está mantendo o corpo tenso, enrijecido. Isso desencadeia alguns sintomas como taquicardia, sudorese, tremores, entre outros.
É normal que fiquemos tensos em diversos momentos da vida. Por exemplo, temos de fazer uma apresentação em público, mas não nos sentimos confortáveis. Você quer namorar, então chegou a hora de se apresentar para o futuro sogro e sogra. A tensão é algo natural do ser humano, o problema é quando essa tensão permanece de forma constante na vida de uma pessoa. Aí as complicações podem surgir. A hipertensão pode ser causada por um nível constante de ansiedade. A gastrite, várias alergias de pele, e várias outras patologias podem ser desencadeadas por um estado de tensão constante.

Porque muitas pessoas ansiosas descarregam sua tensão na comida

Muitas pessoas não encontram a felicidade que procuram em todas as áreas de sua vida. Como comer é um dos grandes prazeres da vida, várias dessas pessoas acabam compensando a falta de outros prazeres e alegrias comendo exageradamente. A pessoa ansiosa, normalmente, sente-se infeliz e extravasa essa tristeza comendo. Ou também pode estar sentindo raiva, ou tédio, e da mesma forma tenta fazer com que isso passe, comendo. Esse ato pode ser compulsivo, tornando-se um transtorno, onde a pessoa perde o controle da situação.

O Transtorno alimentar periódico

O descontrole emocional, que é normalmente causado por nossa vida complicada e sempre estressante (correria, pressão no trabalho, nos estudos, etc.) e também por uma convivência difícil com as pessoas (amizades conturbadas; brigas com marido, família, etc.) fazem com que os sentimentos tornem-se muito intensos e que por sua vez afetem a mente, tirando a paz da pessoa. Aos poucos as reações físicas podem ser sentidas, e logo, a qualidade de vida cai.
Por exemplo: Imagine uma pessoa que sofre muita pressão no trabalho, acabou de se separar, está endividada com vários cobradores ligando em sua casa todos os dias. Essa situação não é difícil de ver. Agora imagine o que a pessoa está sentindo. O que se passa na mente dela. Como ela está emocionalmente. Essas situações levam a uma tensão definitiva, que só terá fim quando os problemas forem resolvidos.
Caso a pessoa não seja forte o suficiente, é possível que esta fique presa à ansiedade e desenvolva uma série de distúrbios físicos e emocionais em longo prazo. Uma das conseqüências possíveis é a obesidade. Isso porque a pessoa passa a descarregar sua tensão, raiva e tristeza, comendo, pois a comida gera prazer, e naquele momento pode ser confortável. Mas, aos poucos, esse hábito acaba se tornando uma compulsão, que é conhecida como transtorno da compulsão alimentar periódico. O desfecho da história dessa mulher que foi citada no exemplo pode ser triste. A obesidade contribui para desencadear uma série de patologias, como a hipertensão, diabetes, aumenta o risco de ataque cardíaco e de ocorrer um acidente vascular cerebral. E há outro fator que trará transtornos psicológicos e de convivência social para a pessoa.
Como nosso caráter é muito influenciado pelos outros, atualmente, enxergamos a beleza estética como sendo a pessoa magra. Por isso, a pessoa obesa tende a perder a auto-estima, o que a levará a um isolamento (caso não peça ajuda e não seja ajudada) e a uma conseqüente depressão, que pode resultar em um suicídio em casos avançados.

Transtorno alimentar periódico: como sair dessa
O artigo anterior pode ter parecendo um pouco trágico e até mesmo exagerado. Mas escrevo isso, porque vejo esses casos com meus próprios olhos, quando atendo clientes em nossa loja. As pessoas vêm até nós com baixa auto-estima, em depressão, com problemas sérios de saúde causados pela obesidade. E, observando o caso a fundo, você percebe que a vida da pessoa está infeliz, não é completa, e por isso, a ansiedade se apodera e a corrói aos poucos.
Para sair dessa vida, o ideal é não se isolar e nem mesmo desistir. Encare a ansiedade como um obstáculo a ser vencido. Procure alegrar sua vida. Encontre seus amigos, seus familiares, converse com as pessoas que você gosta e procure se entender com as que você não gosta muito. É difícil, mas se o problema é uma pessoa, é esse problema que deve ser combatido.
Pare e pense. O que está me irritando? Ou então: O que está me entristecendo? Qual o maior problema que estou enfrentando em minha vida? Por que estou comendo tanto? Por que não procuro uma solução ao invés de fugir dos problemas? Procure aumentar o seu relacionamento consigo mesmo (relacionamento intrapessoal).
Lembre-se que os problemas serão tão grandes quanto você quiser que estes sejam. Só serão grandes se você os enxergar grandes.
Nos casos de ansiedade e depressão o que deve ocorrer é uma mudança interna em primeiro lugar. Confiar mais em si mesmo, partir para a batalha contra o seu eu é essencial para alcançar a vitória. E veja que a depressão não é uma doença física, é somente um estado de espírito. Um desânimo muito profundo, mas que pode ser contornado.

E se eu sou ansioso?
Se você se identificou com alguns trechos deste artigo, ou acredita que o seu problema possa ser ansiedade, eu recomendo que você procure auxílio médico. É possível que você seja encaminhado para um psicólogo ou um psiquiatra. Mas há terapias naturais e alternativas também, como o tratamento com os florais que devem, preferencialmente, ser prescritos por especialistas da área.
E procure não se preocupar tanto. Você não está necessariamente doente, só um pouco cansado e estressado demais. A vida humana nos impõe isso. São tantas coisas a fazer que nosso coração, mente e corpo, entram em colapso. Acredito que praticamente todas as pessoas estejam vivendo, já viveram, ou viverão isso um dia.
Estamos em uma caminhada rumo ao emagrecimento e a cura do corpo. Por isso, tratar ansiedade pode ser um dos passos mais fundamentais e importantes de sua vida.

Fonte:http://www.alimentacao-saudavel.com

Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.



Porque devemos beber água?


Todo mundo já cansou de ouvir que precisamos beber água, vários copos por dia, preferencialmente. O problema é que as pessoas “esquecem” ou pior, não gostam de água. Não consigo imaginar como alguém consegue matar a sede tomando um copo de refrigerante, pode até ser que na hora a sede passe, mas dali 15 minutos estará de volta, e aí a pessoa ingere mais refrigerante, o que é um absurdo.
O problema é que a pessoa não é acostumada a ingerir água, e por isso acaba não ingerindo o líquido necessário para sua sobrevivência. Listo a seguir alguns dos benefícios da ingestão de água:
  • Ajuda na perda de peso: a água não tem calorias, nem açúcar, nem gorduras, nem carboidratos. Beber água ao invés de refrigerantes ou sucos de pacotinho emagrece, além do mais muitas das vezes que achamos que estamos com fome estamos na verdade com sede, por isso ingerir água quando estiver com fome ajuda a emagrecer comendo menos;
  • Coração saudável: um estudo mostrou que as pessoas que consumiam pelo menos 5 copos de água por dia tem 41% a menos de chance de desenvolver problemas cardíacos do que os que consomem menos de 2 copos;
  • Energia: beber água evita que fiquemos desidratados, que causa cansaso físico, fadiga, tontura, fraqueza muscular entre outros sintomas, se o corpo está com sede é porque já está em parte desidratado, por isso dê a ele o que ele pede: água;
  • Dor de cabeça: um dos sintomas de um corpo desidratado é a dor de cabeça, existem N motivos para se ter dor de cabeça, mas um dos mais comuns é a falta de água;
  • Pele saudável: pessoas que ingerem água em quantidades adequadas todos os dias tem pele e cabelos mais bonitos e saudáveis, a pele é mais brilhosa e tem aparência de saudável;
  • Problemas digestivos: para que nosso sistema digestivo funcione corretamente é preciso que se tome água, muitas vezes apenas a mudança de hábito de começar a beber água suficiente regula intestino preso e acaba com ácidos no estômago;
  • Limpeza: a água ajuda a eliminar as toxinas e resíduos do corpo;
  • Combate o câncer: estudos comprovam que quem bebe água tem 50% menos chance de ter câncer de bexiga, 45% menos chances de desenvolver câncer de cólon, assim como de mama;
  • Melhora o desempenho: de qualquer pessoa que pratique exercícios físicos. A prática de exercício exige que o corpo tenha mais água disponível, e se tiver o corpo responde melhorando a performance do atleta;

Quanta água?

A recomendação de 8 copos por dia não é mais considerada certa pelos especialistas, segundo eles é preciso levar em conta o peso da pessoa, se ela está doente, saudável ou praticando atividades físicas, entre outros fatores.
O importante é ingerir água várias vezes por dia, não tudo de uma vez só. Um copo ao acordar, um copo antes ou após cada refeição, durante e após atividade física, e durante o dia todo, não esperando ficar com sede, pois aí seu corpo já está desidratado, principalmente agora no verão, o importante é criar uma rotina, aqui vão algumas dicas para conseguir que o ato de tomar água se torne um hábito:
- Coloque um copo ou uma garrafa de água na sua mesa de trabalho: quando olhar para a
garrada ou o copo lembre-se de tomar alguns goles, e quando vê-los vazios lembrar de
enchê-los, isso ajuda em muito a tomar água durante o dia;
  • Crie um lembrete: no celular ou no computador, para que de hora em hora (pelo menos) você lembre de tomar 100 ou 200ml de água, isso ajuda aos mais distraídos;
  • Troque sempre que puder os refrigerantes ou bebida alcóolica por água: tente pelo menos tomar metade desses líquidos que ingere normalmente e a outra metade substitua por água;
  • Invista em um filtro: normalmente fica mais barato a longo prazo do que continuar comprando garrafinhas de água mineral, comprar grandes quantidades de água (como garrafões de 20 litros) é também mais barato do que garrafinhas menores;
Sucos naturais e água de côco são excelentes substitutos de refrigerantes e sucos de pacotinho (que nada mais são do que açúcar com corante). Mas não deixe de ingerir água, ela é excelente, deliciosa (há quem diga que não tem sabor, mas eu adoro!), só faz bem, te deixa hidratado, regula seu organismo e temperatura, mantém as doenças longe (no meu caso problemas de bexiga e pedras nos rins foram curados com a ingestão de água) e é muito mais barata do que refrigerantes e outras porcarias que só fazem mal!

Fonte:http://www.alimentacao-saudavel.com

Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.

Beber líquidos durante, ou após a refeição é saudável?

Quantidade de líquido ingerida influencia na digestão dos alimentos. 


Como já dizia o ditado: "tudo demais é exagero". Pois bem, a ingestão de líquidos durante a refeição é permitida, desde que não ultrapasse um copo pequeno (200 ml). Essa pequena quantidade de líquido irá ajudar no processo digestivo, afinal é muito difícil comer uma refeição "a seco". Vale alertar que os 200 ml de líquido devem ser água ou sucos naturais, esqueça os refrigerantes. 

O que não pode acontecer é ingerir acima dos 200 ml de líquidos, pois assim ocorrerá o contrário: o suco gástrico ficará diluído, e atrapalhará o processo de digestão. As consequências dessa indigestão podem variar desde uma indisposição e fadiga, até um refluxo ou vômitos. 

Outro erro comum é o de não mastigar a comida direito, e "empurrar" o alimento com o líquido. Aí é que o erro agrava mais ainda. Esse é um dos principais motivos que levam à gastrite em diversas pessoas. É preciso mastigar bem e deixar a saliva agir, engolindo o alimento normalmente e sem esforço. 

Sendo assim, atenção para o churrasquinho no domingo com a cerveja. Você pode comer á vontade, desde que a cerveja ou demais líquidos acima dos 200 ml só poderão ser ingeridos de 30 a 60 minutos depois da refeição.

Por último, é bom esclarecer o mito de que beber líquidos durante as refeições engorda. Bom, em primeiro lugar água não engorda. O que pode acontecer é uma dilatação do estômago quando se ingere muito líquido. Mas, como já aprendemos: comida deve ser na medida certa, e líquido, apenas um copinho.


Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.

Intoxicação alimentar grave pode até levar à morte


Ovo, maionese e frutos do mar são os principais vilões do problema.

Nos restaurantes, na praia e até mesmo em casa, muito alimentos são os agentes campeões dos surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA). Causada por bactérias, vírus e algumas toxinas, a intoxicação alimentar é mais comum nas altas temperaturas e pode ocorrer tanto no processo de produção quanto de manuseio dos produtos, provocando a deteriorização dos alimentos. "As altas temperaturas e a falta de higiene são as principais causas da contaminação e se não for tratada a tempo, esta infecção intestinal pode levar a morte", explica Antonio Carlos Lopes, clínico médico da Unifesp. 
Alimentos contaminados geram intoxicação
Eles podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). Há um registro médio de 665 surtos por ano no Brasil, com 13 mil doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Por isso, é importante ficar atento à alimentação.

Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, mais de 117 mil brasileiros adoeceram e 64 morreram entre 1999 e agosto de 2008 por esse motivo. Um estudo realizado pelo Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgado no blog Well, do jornalThe New York Times, aponta o ovo cru, consumido principalmente na gemada, como um dos dez vilões mais perigosos da intoxicação alimentar. 

Os cientistas explicam que tal resultado se dá pelo fato do ovo cru ser muito suscetível a contaminações por bactérias, como a salmonela, que podem levar à morte se não forem tratadas a tempo. Tais bactérias invadem o sistema imunológico das pacientes e alteram todo o funcionamento do organismo, em especial do intestino, fígado e rins, provocando dores fortes e náuseas. Segundo o estudo, entre os produtos que mais provocaram o problema estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7%), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%). 

Principais causas da intoxicação alimentar

1. Bacteriana: as principais causas são as bactériasSalmonela ou Estafilococos. Podem ser originadas no preparo ou pela deterioração dos alimentos. "Quando a intoxicação é causada por bactéria, é mais grave e pode levar a desidratação aguda e ao choque da pressão arterial. Aparecem vômitos, febre, diarreia e, em estágios mais graves, chega a sangrar", explica o clínico Antonio Carlos Lopes. 

2. Viral: é menos frequente, mas alguns vírus podem levar à intoxicação alimentar. A hepatite B pode ser transmitida por copos ou utensílios, que não foram lavados adequadamente. "Se o vilão da história for um vírus, os sintomas são os mesmos: diarreia, febre, vômitos, mas aparecem com menor intensidade e podem ser tratados apenas com ingestão de alimentos leves, como frutas e de líquidos (chás, água de coco e muita água)", continua. 

3. Botulismo: é uma forma de intoxicação alimentar rara, mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados, principalmente enlatados. A ingestão excessiva desta toxina leva a alterações no sistema nervoso e os primeiros sintomas são boca seca, visão dupla e a incapacidade de focar objetos próximos. "É mais grave, porém pouco comum. Os enlatados são os principais causadores desse tipo de intoxicação e devem ser consumidos com cautela", explica Antonio Carlos. 

Bactéria causadora de infecção

Tratamento

Por bactérias: "se os sintomas durarem por mais de 3 dias sem melhoras, o ideal é procurar um médico e seguir a risca o tratamento com antibióticos", explica Antonio Carlos. 

Por vírus: "nestes casos, o tratamento é mais simples, com ingestão de bastante líquido, em especial água de coco para hidratar, e repouso", continua o clínico.

Botulismo: o tratamento deve ser acompanhada por um médico. "São casos mais graves, não dá para tratar só com repouso e água", explica Antonio Carlos.





Cuidados com alimentos
A prevenção é sempre mais importante. O certo seria não ingerir nenhum alimento que você não tenha preparado em casa, em condições ideais de higiene, mas como não é possível, fique atento a alguns fatores como armazenamento e lavagem.

1. Mantenha a temperatura do refrigerador abaixo de 4 graus centígrados. Isto irá retardar o crescimento das bactérias. Esse crescimento ocorre muito rapidamente, entre 16 e 45 graus centígrados, e mais lentamente entre 5 e 15 graus. É ainda importante lembrar que o congelamento não mata as bactérias, mas o seu crescimento fica inibido em temperaturas extremamente baixas. Mantenha o freezer com uma temperatura regulada entre 12 e 15 graus centígrados negativos.

2. Mantenha alimentos, peixes, carnes, ovos e laticínios na geladeira, até o momento de prepará-los. Alimentos fora do refrigerador, nos períodos de verão, têm o risco de apresentarem o crescimento da bactéria Salmonella, causadora de infecções gastrointestinais. 

3. Alimentos que sobram de uma refeição devem ser congelados imediatamente, para consumo posterior ou, então, serem descartados. Caso sejam guardados, deve-se procurar remover os acompanhamentos (como molhos), cobri-los e congelá-los imediatamente.  

4. Ostras e crustáceos devem ser bem cozidos, pois podem conter desde vírus ( causadores da hepatite, por exemplo), a bactérias (causadoras de intoxicação alimentar). 

5. Cuidados ao servir os alimentos: sirva,principalmente carnes e peixes, imediatamente após o cozimento e não aguarde mais de 2 horas para servir o alimento. Nos buffets de restaurantes, verifique se os alimentos frios estão no gelo a temperaturas próximas de zero grau, já os pratos quentes devem ser mantidos aquecidos acima de 60 graus centígrados. 

6.Utensílios usados devem ser lavados cuidadosamente, antes de receberem novas porções, mesmo que seja do mesmo alimento. Todas as frutas e outros vegetais devem ser cuidadosamente lavados. 

7. Lave as mãos e utensílios de cozinha antes de preparar os alimentos. "Facas utilizadas no corte de peixes ou carnes devem ser lavadas com água quente e detergente, antes de se iniciar o processo de preparo. Assim evita-se a contaminação", sugere o clínico. 

8. Cuidado com a água que você consome. "Muita gente acha que só alimentos causam intoxicação, mas a água é um dos principais motivos do problema. Prefira sempre água filtrada da qual você saiba a procedência", finaliza o clínico médico.  

E lembre-se, prefira sempre uma alimentação mais leve. Além de ser menos perigosa para o organismo, te ajuda a manter o peso .

Ranking dos alimentos mais perigosos *
1-Ovos
2-Frutos do mar
3-Enlatados
4-Maionese
5-Queijo, em especial os queijos quentes vendidos na praia
6-Frutas vendidas em potes ou em barracas na rua, como açaí, abacaxi , melancia e outros
7-Sorvete
8-Espetinhos em geral
*Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde
Publicado no site Minha Vida.
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Pequenos Hábitos Ajudam a Acabar com o Estômago Pesado


Uma boa digestão é fundamental para acabar com a gordura acumulada e com o mal-estar

Sabe como sua dieta pode render melhor? Com uma boa digestão. Esse processo é fundamental já que quando os alimentos mal digeridos se acumulam vão, com o tempo, se transformar emgordura. Fora que ninguém gosta de ficar com aquela sensação de estômago pesado, não é mesmo? A notícia boa é que você pode deixar sua digestão muito mais fácil incluindo em sua rotina pequenas atitudes que, após aquele prato delicioso, farão a diferença. Sem contar com a ajuda que darão a sua saúde. Por isso, a nutricionista Roberta Stella, do programa Dieta e Saúde, dá alguma dicas abaixo de como hábitos simples podem livrar você da sensação ruim ao comer. Confira: 

ü  Hora de comer, não de beber! Isso mesmo, o ideal é sempre evitar beber líquidos na hora das refeições. "O líquido dilui o ácido clorídrico fundamental para o processo digestivo, pois é esse ácido que vai transformar a comida engolida em partículas menores, mais fáceis de serem absorvidas. O ideal é não beber nada meia hora antes ou meia hora depois de comer." Caso você não consiga ficar com a boca seca, opte pela boa e velha água. Mas em pequena quantidade, ok?

ü  Mastigação aliada. A correria do dia a dia acaba nos levando para a correria na mesa também e acabamos não mastigando direito os alimentos. "É ruim porque o estômago e o intestino têm dificuldade para absorver os nutrientes, já que a comida chega maior no organismo". Resultado? Problemas de gases em excesso e abdômen inchado. Fora que seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você fatalmente ficará com mais sono e cansaço, após as refeições.

ü  Descanse um pouquinho, mas não durma! Logo após as refeições é bom evitar realizar atividades físicas intensas e, no outro extremo, evitar dormir. "O sono depois de comer faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também são ruins porque reduzem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, que produz toxinas geradoras do mal-estar", ensina Roberta Stella.

ü  Chazinho para finalizar. A nutricionista do Dieta e Saúde ainda indica que beber uma xícara de chá depois das refeições é uma ótima pedida para se livrar da sensação de inchaço."A quentura dessa bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais."
PUBLICADO NO SITE MINHA VIDA

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A Nova Roda dos Alimentos

Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Neste caso nem é vontade, mas sim necessidade, porque a ciência evoluí constantemente em conhecimento nas mais diversas áreas . A área em questão é a Educação Alimentar (a nossa alimentação, os nossos hábitos alimentares). Houve necessidade de mudar as orientações alimentares com o objectivo da população aprender a comer de forma mais equilibrada, variada e completa. As orientações alimentares são dadas através de um gráfico em formato de círculo/circunferência dividido por partes que tem o nome de A Roda dos Alimentos. O que mudou foi a Roda dos Alimentos, sendo alterada a organização nos grupos dos diferentes alimentos. A percentagem, valor de cada grupo de alimentos, também sofreu algumas alterações. O grupo dos Cereais e derivados, tubérculos com 28% é agora o maior grupo na roda. De seguida os grupos: Hortículas com 23%, o grupo da Fruta com 20% e o grupo dos Lacticínios com 18%. Por fim, os grupos mais pequenos são: Carnes, pescado e ovos com 5%, Leguminosas com 4% e Gorduras e óleos com 2 %.  Devido à importância que a água tem no dia a dia da população considerou-se que esta ocupava a posição central na roda dos alimentos. Recomenda-se o consumo diário de água na ordem de 1,5 litros a 3 litros. Posto isto, agora a roda dos alimentos ficou conhecida como A Nova Roda dos Alimentos.
“A Roda dos Alimentos é um instrumento de educação alimentar destinado à população em geral. Esta representação gráfica foi concebida para orientar as escolhas e combinações alimentares que devem fazer parte de um dia alimentar saudável. Utilizada desde 1977, como parte da Campanha de Educação Alimentar “Saber comer é saber viver”, a Roda dos Alimentos sofreu recentemente uma reestruturação, motivada pela evolução dos conhecimentos científicos e pelas alterações nos hábitos alimentares.
Mantendo o formato circular original, associado ao prato vulgarmente utilizado às refeições, a nova versão subdivide alguns dos anteriores grupos e estabelece porções diárias equivalentes, para além de incluir a água no centro desta nova representação gráfica.” 
 Fonte: http://www.portaldasaude.pt


A nova Roda dos Alimentos é composta por sete grupos, com funções e características nutricionais específicas:
  • Cereais e derivados, tubérculos – 28%
  • Hortícolas – 23%
  • Fruta – 20%
  • Lacticínios – 18%
  • Carne, pescado e ovos – 5%
  • Leguminosas – 4%
  • Gorduras e óleos – 2%
Dentro de cada divisão estão reunidos alimentos nutricionalmente semelhantes entre si, para que possam ser regularmente substituídos, assegurando a variedade nutricional e alimentar.
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COMPARAÇÃO ENTRE A ANTIGA E A NOVA RODA DOS ALIMENTOS
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Segundo a Direcção Geral de Saúde:
“As recomendações, em termos nutricionais, são as seguintes:
1) Promoção do aleitamento materno;
2) Aumento do consumo de hidratos de carbono complexos;
3) Aumento do consumo de fibra;
4) Redução do consumo dos lípidos totais, em especial à custa dos ácidos gordos saturados e colesterol;
5) Redução do consumo de sacarose;
6) Redução do consumo de sódio;
7) Redução do consumo de álcool;
8) Ingestão adequada de cálcio;
9) Ingestão adequada de flúor (1);
10) Adequação alimentar às necessidades energéticas.
(1) De acordo com as recomendações publicadas no Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral – 2005, a suplementação da alimentação com flúor não é recomendada para nenhuma faixa etária da população. Excepcionalmente, as crianças com elevado risco para o aparecimento de cárie dentária podem fazer 1 comprimido diário de fluoreto de sódio a 0,25 mg.
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A estas recomendações poder-se-ão acrescentar as seguintes especificações em termos alimentares:
1) Aleitamento materno nos primeiros meses de vida, pelo menos durante os primeiros seis meses;
2) Consumo adequado de cereais e seus derivados, como o pão e outros, batatas e leguminosas;
3) Aumento do consumo de produtos hortícolas e de frutos frescos;
4) Redução do consumo de gorduras, em especial das gorduras sólidas e das sobreaquecidas; dar preferência ao consumo de azeite;
5) Aumento do consumo de peixe;
6) Redução do consumo de açúcar e de produtos açucarados;
7) Redução do consumo de sal;
8) Em caso de ingestão de bebidas alcoólicas, que esta seja feita com moderação. Grávidas, lactantes, crianças e jovens com menos de 17 anos nunca devem beber álcool;
9) Consumo adequado de leite e seus derivados;
10) Manutenção de um peso adequado à custa de um equilíbrio entre a ingestão alimentar e a actividade física;
11) Ingestão alimentar variada e fraccionada em pelo menos cinco refeições diárias;
12) Uma primeira refeição equilibrada logo após o acordar.
(*) Fonte: Conselho Nacional de Alimentação e Nutrição, Comissão de Educação Alimentar. ”Recomendações para a educação alimentar da população portuguesa”; 1997

Comer antes de dormir faz mal?


Não, mas é preciso escolher bem o que comer antes de dormir. Durante o sono há modificações no funcionamento de vários órgãos, o nosso metabolismo fica mais lento, havendo uma redução do fluxo sanguíneo para o sistema digestivo.
O ideal é comer alimentos leves e de preferência com pouca gordura, pois a digestão da gordura é mais demorada do que as proteínas e carboidratos. E sem falar na azia que os alimentos gordurosos podem causar. Além disso, considerando que o metabolismo desacelera durante o sono, as calorias ingeridas em excesso são estocadas em nosso corpo na forma de gordura. Devemos evitar também os alimentos que caracteristicamente causam fermentação, como repolho, couve-flor, brócolis e feijão. E é muito importante que a última refeição seja até duas horas antes de ir para a cama.

Evite também as bebidas estimulantes, como o café, bebidas energéticas, guaraná e bebidas do tipo “cola”. A cafeína, por exemplo, atua sobre o sistema nervoso central aumentando a sua atividade, reduzindo o sono, e deixa a pessoa atenta e alerta. O resultado? A pessoa não consegue dormir à noite, mas no dia seguinte está sonolenta, irritada e exausta.
Evite o álcool, pois em doses moderadas, curiosamente, ele é um estimulante do sistema nervoso central. Além disso, o álcool é um inibidor do sono REM (a fase do sono com sonhos) na primeira metade da noite. Já na segunda metade da noite, devido à ação do álcool, o sono torna-se mais superficial, estando mais susceptível a interrupções. E não se esqueça que o álcool em excesso traz vários problemas de saúde, como pressão alta e aumento do risco de ter um acidente vascular cerebral (AVC), por reduzir a coagulação sanguínea. Dentre outros, o álcool pode levar à obesidade (por ser altamente calórico), levar a alterações do fígado,prejuízo das funções mentais, e até morte de neurônios do feto em uma gestação.

A quais alimentos devemos dar preferência na refeição noturna?

Comer antes de dormir faz mal?
  • As frutas são uma boa pedida, pois o açúcar das frutas, a frutose, é benéfica para uma boa noite de sono.
  • Leite e derivados (um copo de leite quente é uma excelente sugestão) contém um aminoácido essencial chamado triptofano, que é indutor do sono. Isso acontece porque o triptofano é o aminoácido que dá origem à serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que regula o sono de ondas lentas. Ela ajuda as pessoas a terem uma noite de sono reparadora. Uma dica é adicionar ainda uma colher de mel ao copo de leite, pois sendo um carboidrato simples, ele facilita a absorção do triptofano.
  • As verduras e legumes também ajudam no sono, pois algumas verduras, como o alface, contém opiáceos naturais em pequenas quantidades, que auxiliam no sono.
  • Uma boa sugestão é ingerir, além das frutas, verduras, legumes, leite e derivados, pães ou cereais integrais, que são ricos em vitaminas e fibras. E lembre-se: esses carboidratos, na refeição noturna, devem ser consumidos em quantidades moderadas.
  • Evite queijos amarelos, pois eles possuem uma substância chamada tiramina, um radical químico derivado da amônia, que pode provocar distúrbios do sono, como pesadelos, além de poder desencadear crises de enxaqueca em pessoas que tenham enxaqueca. Ela também está presente em chocolates, carnes em conserva, salsichas, lentilha, amendoim, sementes, bebidas alcoólicas e vinagre.
  • Opte por proteínas com baixo teor de gordura, como queijos brancos, peito de peru, hambúrguer de peru, carne de soja ou peixes que possuam baixos teores de gordura, como sardinha ou atum.
E lembre que é no jantar que devemos comer menos, pois o nosso metabolismo é mais lento no período noturno. Não pule a refeição noturna, para evitar longos períodos de jejum e hipoglicemias noturnas, especialmente se você é diabético. Tenha uma refeição noturna balanceada, e não coma em excesso antes de dormir!

Fonte:  Dra. Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

7 Pecados que Engordam

As emoções podem estar sabotando sua dieta e provocando o ganho de alguns quilos a mais. Reverta essa situação ingerindo os alimentos certos nas horas mais críticas.
fotos Fabio Mangabeira

Vaidade, ira, preguiça, gula, avareza, inveja, luxúria. Sete pecados que podem estar minando sua satisfação com o corpo. A verdade é que esses vícios - comer sem limites, desânimo, irritação, apego etc. - estão presentes no cotidiano de todo ser humano, mas é o exagero o responsável pelos seus efeitos negativos, que podem culminar em várias reações físicas, até mesmo no temido aumento de peso.
"Na visão da Psicologia, os sete pecados capitais são estados de ânimo que geram consequências físicas e emocionais ao organismo. As emoções são transformadas em mensagens captadas pelo cérebro, enviadas para cada órgão correspondente, gerando uma resposta. Já os sintomas físicos sinalizam que algo não vai bem com o indivíduo", esclarece a psicóloga Cristiane Marchiori, do Centro Integrado de Medicina Preventiva e Nutrologia (CIMEP), em Curitiba (PR).
Para o psicólogo clínico Wálter Vieira Poltronieri, pesquisador do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, a relação do homem entre a emoção e a comida é natural, pois acontece desde o inicio da vida. "Já nascemos com as emoções sendo contidas pelo alimento. Um exemplo é o choro do bebê para receber o leite da mãe", destaca
O QUE FAZER?
É bom deixar claro que não estamos fadados a sofrer com o aumento do peso só porque cometemos um pecado ou outro. O primeiro passo deve ser dado na direção da alimentação saudável, que pode frear essas consequências
."Os alimentos certos são aliados para conter as emoções que não se manifestam de maneira positiva. Podem diminuir sintomas nos resultados de exames clínicos como glicose alta e alterações hormonais", ressalta Cristiane.
Nutricionistas confirmam que os alimentos influenciam na manifestação desses efeitos: "Existem alimentos com propriedades especiais que atuam na prevenção de doenças: são os chamados alimentos funcionais", afirma o nutrólogo Edson Credidio, doutorando em Ciências de Alimentos e especialista em Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Saiba agora como cada pecado capital age no organismo e de que maneira é possível fugir dos excessos por meio dos alimentos indicados pelos especialistas. Mas, antes de escolher o seu, siga algumas dicas: "Mastigue devagar, inicie a refeição pela salada e afaste-se dos alimentos chamados 'calorias vazias' como refrigerantes, doces, chocolates e salgadinhos, entre outros", orienta a nutricionista Mariana Formagio, do CIMEP
Descubra qual é o seu pecado
Não é fácil admitir a falta de controle ao se alimentar ou mesmo o desejo de possuir o que é do outro. Mas, antes de procurar a solução, deixe o constrangimento de lado e reconheça em qual desses vícios suas atitudes mais se aproximam. "Baseados nos sintomas que sofremos, podemos chegar à 'raiz' do processo emocional. Refletir sobre nossas condutas, saber de onde elas se originam, ajuda no autoconhecimento", diz a psicóloga Cristiane Marchiori.
VAIDADE
O que é: desejo constante de atrair a admiração de outras pessoas; mostrar com extravagância os pontos positivos e esconder os negativos. O invejoso é motivado a manter uma imagem, o corpo, dentro dos padrões de estética. A atitude de querer se ver mais bonito não teria problema, não fosse a ansiedade exagerada pelo objetivo.
Como se manifesta: a busca pela perfeição pode ir contra a própria saúde: "A pessoa pode deixar de comer, escolher alimentos hipocalóricos (com poucas calorias), fazer exercícios físicos em excessos, abusar de medicação que favoreça o emagrecimento, como laxantes e diuréticos", esclarece Cristiane. "O vaidoso é aquela pessoa que não mede esforço em manter tudo muito lindo na parte externa do corpo, mas nega seus desequilíbrios emocionais, seus conflitos internos", explica. O sentimento desregrado pode causar transtornos alimentares como a bulimia (em que a pessoa pode continuar acima do peso, mesmo colocando a comida para fora), ou a anorexia.
O que ingerir: abacate, cenoura, nozes, maçã, beterraba, salsão e mel. Todos esses alimentos apresentam polifenóis, que atuam na melhora do bem-estar físico e mental, e elevam a autoestima.


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IRA
O que é: emoção impulsiva a partir de um acontecimento específico, seja para alguém ou para si mesmo. A raiva excessiva leva à perda da racionalidade, logo, a cometer erros, seguida de arrependimento. "Quando nos deparamos com algum conflito intenso, o cérebro envia uma mensagem ao organismo de que as coisas não vão bem. Como resposta, no caso da raiva, o corpo produz adrenalina. É então liberado no organismo o cortisol, que estimula a defesa interna. Esse hormônio entra na corrente sanguínea e não encontra nenhuma bactéria para destruir, mas faz toda sua função que é armazenar lipídios e glicose (combustível necessário para atacar o corpo estranho não encontrado), transformados em energia", detalha a psicóloga Cristiane Marchiori. "Com o cortisol em excesso na corrente sanguínea, passamos a 'estocar' energia", completa.
Como se manifesta: o órgão mais afetado é o fígado, que, segundo Cristiane, retém a raiva que não é expressa e pode provocar condições como a prisão de ventre. A raiz do problema está ligada à liberação da raiva na comida. Quantas pessoas não comem desesperadamente após um momento de irritação? "Alguns buscam os alimentos que dão prazer imediato. Assim, cometem excessos", explica.

Nutricionistas indicam quais ingredientes atuam como aliados para conter as sensações que não se manifestam de maneira positiva, como desânimo e irritação
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PREGUIÇA
O que é: quem nunca sentiu uma preguicinha matinal ou vespertina, principalmente depois do almoço? Até aí tudo bem, mas este pecado capital diz respeito àquele indivíduo que não tem, quase nunca, ânimo para trabalhar, fazer exercício, ou outra ação que envolva força física. "Um exemplo de preguiça que pode influenciar no aumento de peso é a dinâmica familiar de criar os filhos com a oferta de guloseimas em troca da emoção. Há famílias que preferem compensar a frustação com comida do que se dedicar a criação dos filhos", exemplifica Cristiane Marchiori.
Como se manifesta: a preguiça de fazer exercícios físicos pode levar ao sedentarismo, ou seja, a caloria é consumida, mas não é gasta. O psicólogo Wálter Poltronieri completa: "O indivíduo preguiçoso pode ainda estar sem energia mental, graças a qualquer motivo que tenha gerado desânimo. Daí pode surgir a preguiça de lavar uma verdura e ele se rende ao fast food".
O que ingerir: alimentos que garantam energia, ânimo ao corpo e à mente: amendoim, caju, amêndoa, chá-verde, canela, brócolis (que ainda combate dores musculares) e grão de bico.
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GULA
O que é: definida pela Psicologia como uma compensação, forma de fuga e proteção em relação a algumas carências. "A busca pela satisfação imediata vem da necessidade de 'engolir' emoções, absorver questões alheias e assumir cargas. O aumento de peso contribui como suporte necessário para manter uma estrutura 'forte', que aguente a carga", analisa Cristiane.
Como se manifesta: o ato de comer sem controle, ir além do necessário, pode gerar problemas com gases, gastrite, indigestão e náuseas. "Mas a maior consequência é o aumento de peso. Nesses casos, é preciso perguntar a si mesmo o que não se está engolindo, digerindo e aceitando", orienta a psicóloga.
O que ingerir: abacaxi, que auxilia a digestão; arroz, principalmente o integral, rico em aminoácidos e vitamina B1; café, que tem poder de aumentar a termogênese (acelera o metabolismo e favorece a queima de gorduras); leite, porque o cálcio de alta qualidade auxilia na perda de peso e no controle do cortisol; salmão, que reduz o colesterol; maçã, que leva a gordura e açúcar para o intestino mais rápido; e nabo, um aliado na saciedade.


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AVAREZA
O que é: o medo excessivo de perder algo que possui. Uma pessoa avarenta sente dificuldade de abrir mão do que tem mesmo que receba algo em troca e cuida dos seus pertences como uma pessoa egoísta.
Como se manifesta: além dos sintomas de melancolia, falta de ânimo e tristeza, que podem levar a descontar as emoções na comida, um comportamento típico na avareza em relação à alimentação, segundo Cristiane, é quando o indivíduo não se permite deixar porções de alimento no prato, para não jogar fora, mesmo que já esteja saciado. "Outro perigo é o de intoxicação alimentar, ao comer alimentos que não foram devidamente estocados para que se evite o desperdício", destaca a psicóloga.
O que ingerir: angélica, artemísia, calêndula, cidra, erva-de-são-joão, primavera e iogurte. "A infusão de cada uma dessas ervas auxilia no controle das catecolaminas e melhora o estado emocional. Já o iogurte regulariza a flora intestinal e produz toda gama de vitaminas do complexo B que estão diretamente ligadas ao sistema neurológico", explica Edson Credidio.




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INVEJA
O que é: este pecado capital pode ser definido como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outra pessoa. Assim como a vaidade, é motivado pela imagem, mas, nesse caso, de se parecer com o outro, com o que não é ou não pode ser ou ter.
Como se manifesta: um indivíduo invejoso pode comer excessivamente em uma única refeição, caso ele tenha dúvidas se poderá repeti-la novamente. Ele também não mede esforços para se parecer com o outro (exagera nos exercícios, come pouco para emagrecer, ou come determinado alimento em excesso se souber que outra pessoa o quer). "O invejoso não tem autoestima, se acha inferior e, por isso, se deixa levar pela alimentação errada", analisa Wálter Poltronieri.
O que ingerir: queijo branco, nozes, soja e seus derivados, lentilha, banana e ameixa. "São alimentos ricos em triptofano, substância responsável pela sensação de bem-estar e que pode elevar a autoestima. Ainda indico alguns carboidratos, como pães, cereais, massas e arroz, todos integrais", orienta a nutricionista Mariana Formagio.

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LUXÚRIA
O que é: desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual, material e carnal. É a cobiça desordenada pelos prazeres sexuais. Pode ser definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso.
Como se manifesta: segundo Cristiane, como a pessoa acometida por esse pecado lida com a imagem, pode querer estar sempre bem cuidada. No entanto, o excesso pode gerar ansiedade e levar ao prazer pelo alimento, sobretudo os que oferecem deleite, como os doces.
O que ingerir: agrião, laranja, inhame, milho e uva. "Estes alimentos atuam na regulação hormonal que é um dos fatores que podem levar à luxúria", esclarece Edson Credidio. Já a nutricionista Mariana Formagio recomenda alimentos calmantes: maracujá, coco, laranja, melancia, melão, chá de camomila.

Sete virtudes saudáveis
1. Opte pela alimentação saudável e coma devagar.
2. Substitua as sobremesas hipercalóricas por frutas da estação.
3. Ame a si mesmo, assuma o que há de melhor em você.
4. Fuja das dietas sem orientação médica.
5. Tenha mais pique, caminhe, dance, faça exercício físico.
6. Fuja do estresse, faça coisas de que goste e relaxe.
7. Não faça jejum prolongado e mantenha uma disciplina na hora das refeições.


Fonte : Marcela Rodrigues - Revista Viva Saúde