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Vesícula Biliar - Vida Após a Remoção da Vesícula Biliar


Cirurgia de vesícula biliar que é realizada por várias pessoas a cada ano. Está bastante claro que a razão pela qual eles fazem isso é porque há um problema lá. Qual é o problema e por que ela tem que ser uma cirurgia? Para entender isso, é preciso primeiro ter claro o que a vesícula biliar é e o que ela faz. A vesícula biliar é um órgão digestivo que armazena bile concentrado e liberta-a para dentro do fígado. Esta bile é importante para a digestão dos alimentos. Por vezes, no entanto, esta bile irá solidificar a forma de cristais chamados cálculos biliares. Estes cálculos levam a um monte de dor e desconforto da vesícula biliar e pode causar mais complicações. Um mau funcionamento da vesícula biliar pode levar a certas outras condições, bem e causar dor grave, tornando a vida um inferno. Em tal situação, passar por uma cirurgia de remoção da vesícula biliar torna-se necessário.
Neste artigo, iremos entrar em detalhes sobre o que acontece postar uma cirurgia de remoção da vesícula biliar. Ele vai falar sobre o que esperar e como lidar com ela, que irá ajudá-lo a estar melhor preparados para o mesmo.
Problemas remoção da vesícula biliar
Existem efeitos colaterais após a remoção da vesícula biliar e são eles em comum? Vida após a vesícula biliar é retirada não é tão fácil como parece. Há vários efeitos colaterais que serão sentidos nos dias imediatos a seguir a cirurgia. Aqui estão algumas complicações da vesícula biliar cirurgia e os efeitos colaterais que a cirurgia pode levar a.
  • Incapacidade para digerir a gordura na forma saturada e hidrogenada.
  • Incapacidade de consumir certos alimentos.
  • Dor severa e crônica no lado direito do abdômen.
  • Diarréia
  • Diferentes graus de cólicas
  • Náusea
  • Menos secreção da bílis que conduz a problemas na digestão
  • Inchaço e gás
  • A dor no ombro
  • Azia
  • Prisão de ventre
  • Dificuldade em respirar
  • Formação de pedra Bile
  • Lesão do ducto biliar
A fase de recuperação após uma cirurgia de remoção da vesícula biliar não é exatamente livre de dor ou sem outros problemas. E mesmo que a expectativa de vida após a cirurgia é alta, a profusão de tantos efeitos colaterais torna uma cirurgia de risco. Assim, a vida após a remoção da vesícula biliar não é tão fácil como parece.
Dieta após a remoção da vesícula biliar
De todos os aspectos, a coisa mais importante que deve ser tomado em consideração é o facto de uma parte importante do sistema digestivo foi removido cirurgicamente e, portanto, existem vários problemas de digestão que possam surgir. É devido a isto que uma dieta regimented tem de ser administrado. Vamos entrar em detalhes um pouco mais sobre o tipo de dieta que você deve seguir.
  • Beba muita água, que ajuda a eliminar todas as toxinas. Mas certifique-se de que a água é fervida ou filtrada.
  • Evite saturadas carb alimentos de gordura e alto.
  • Comer fibras, alto e natural alimentos orgânicos.
  • Evite ter açúcar branco e alimentos ricos em amido.
  • Incluem ovos, sopas e saladas, bem como produtos lácteos, como iogurte, queijo e patês.
  • Incluir apenas carnes magras, peixes e frango grelhado sem gordura.
  • Incluir grande quantidade de frutas e vegetais na sua dieta.
  • Incluem apenas os óleos naturais, como óleo de semente de oliva e linhaça. Evite altas óleos graxos em todos os custos.
  • Adicionar especiarias como açafrão, cominho, gengibre e alho. Todos estes têm propriedades medicinais e, portanto, ajuda na digestão, bem como prevenir eventuais problemas de estômago de emergentes.
  • Junto com a tomada de um esforço especial na inclusão de determinados alimentos em sua dieta, é igualmente importante evitar certos alimentos. Consulte o seu médico para obter uma compreensão clara do tipo de alimentos que você precisa evitar.
Vida após a remoção da vesícula biliar não é fácil e, por isso, muitos médicos e tentar corrigir as doenças da vesícula biliar com métodos alternativos que usando a cirurgia como uma opção. Se você tem problemas de vesícula, certifique-se que você consulte seu médico e um gráfico de todas as opções possíveis antes de escolher ir para a cirurgia
Fonte: http://saude-info.info/
Retratação da Internet
Em casos de doença séria ou emergência médica procure assistência imediatamente. As informações fornecidas nestewebsite, tem por objetivo, apenas fornecer informações gerais para leitura. Ele NÃO substitue o exame, diagnóstico e atendimento médico provido por um profissional qualificado. Nenhum conteúdo deste site pode ser utilizado para diagnóstico ou tratamento de um problema de saúde.
Para considerações médicas, incluindo decisões sobre medicações e outros tratamentos, você deve realizar uma consulta com o profissional de saúde qualificado. As informações de saúde ou qualquer resposta interativa originária deste site não podem ser interpretadas como informações de um profissional médico. Você deve buscar dados em outros sites, principalmente os veinculados a sociedades e entidades médicas para confirmar as informações que disponilizamos neste site.
Se você desconfia que está com qualquer problema de saúde, por favor entre em contato com um médico ou hospital, imediatamente, para correta avaliação

Vesícula Biliar - Perda de Peso Após a Remoção da Vesícula Biliar


Cirurgia da vesícula biliar remoção ou cirurgia da vesícula biliar por laparoscopia é realizada devido a obstáculos criados pela presença de cálculos biliares. A vesícula biliar está situado sob o fígado e os cálculos biliares obstruem o fluxo de bile. Quando há um bloqueio, devido a que os sucos biliares não pode fluir, uma pessoa pode sentir dor abdominal e desconforto imenso. Cirurgia da vesícula biliar é uma das opções viáveis ​​para se livrar de pedras da vesícula biliar. Após a remoção da vesícula biliar, há muitas pessoas que se queixam de problemas de peso incomodando eles. Vamos tentar saber se a cirurgia da vesícula biliar é realmente responsável por perda de peso.
Causas de perda de peso
Como mencionado anteriormente, a cirurgia de vesícula é realizada para facilitar o fluxo de bílis. A função de bile é libertar-se no sistema digestivo para ajudar na digestão dos alimentos. A vesícula biliar abriga a bile e libera-lo para a digestão. Obstrução da bile pode levar a problemas de digestão e muitas vezes, a cirurgia é a única opção disponível para as pessoas que sofrem deste problema. Após a cirurgia, o médico pode prescrever uma dieta com baixo teor de gordura. A razão por trás disso é que o alto conteúdo de gordura alimentos não podem ser facilmente digerida pelo organismo como o corpo é incapaz de digerir gorduras antes da cirurgia da vesícula biliar, o aumento da ingestão de gordura imediatamente após a cirurgia não vai permitir que o sistema se recuperar completamente. Isto é principalmente a razão pela qual os pacientes são aconselhados a evitar a ingestão de alimentos pesados ​​e frito. Apesar de ‘gorduras’ sempre foram acusados ​​de tudo, desde diabetes à obesidade, o nosso corpo não precisa que, nos montantes necessários, sem os quais podem ocorrer fraqueza e perda de peso.
Vê-se frequentemente que os pacientes desenvolvem diarréia após a cirurgia e isso pode levá-los a perder peso. O fluxo biliar aumenta após a cirurgia, devido a que a consistência de substâncias diminui no estômago. Isso pode levar a fraqueza e perda de peso. Após a remoção da vesícula biliar, os pacientes são aconselhados normalmente um aumento da ingestão de fluidos. Consumo de água em boa quantidade torna-se uma necessidade indispensável. Porque um é beber água em quantidade bem e está em uma dieta líquida, há uma probabilidade de que um não pode sentir fome de consumir até mesmo refeições brandas que não exercem pressão sobre o estômago. Esta é outra razão que pode causar a perda de peso após a cirurgia da vesícula biliar. Para contrariar esta situação, é importante que seguir um dieta pós remoção da vesícula biliar e tentar dar ao organismo os nutrientes essenciais de que necessita para levar a cabo as funções corporais.
Dada aqui estão algumas dicas rápidas que podem ajudá-lo na gestão de seu peso, evitando assim que você sofre de crises de fraqueza.
  • Beber água em quantidade adequada. Beber muito ou pouco pode causar problemas de hidratação.
  • Incluir alimentos que são ricos em fibras. Inclua vegetais de folhas verdes em sua dieta para ajudar o corpo a digestão.
  • Tem alimentos que são baixos em gordura. Carnes magras, feijões e leguminosas pode ajudar a combater problemas relacionados à constipação e indigestão.
  • Entregando-se a exercícios leves, como uma caminhada ou uma corrida de manhã é pensado para ser benéfico, mas aconselhamo-lo a ter uma conversa com o seu médico sobre isso.
As pessoas que se submeteram a cirurgia da vesícula biliar se sentir melhor após o período de recuperação inicial expirou como as habilidades de comer e digerir do corpo estão de volta ao normal. Uma geralmente tende a perder um pouco de quantidade de peso, independentemente do tipo de cirurgia, mas é essencial que você preste muita atenção à sua dieta para uma rápida recuperação. Para garantir que você não perca muito peso, você pode seguir uma dieta de seis refeições pequenas, em vez de três grandes refeições. Você também pode incluir alta proteína alimentos em sua dieta para garantir que o corpo recebe a energia necessária para construir tecidos musculares. Desejando-lhe uma rápida recuperação.
Fonte: http://saude-info.info/
Retratação da Internet
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Vesícula Biliar - Dor após a cirurgia da vesícula biliar

O saco como órgão que se encontra no quadrante superior direito do abdómen, por baixo da parte de trás do fígado, é conhecido como vesícula biliar. Ele armazena a bile produzida pelo fígado entre as refeições. Vesícula biliar liberta de uma forma concentrada. A bile é vertida para o intestino através de dutos biliares; quando você come. Bile ajuda a quebrar as gorduras e à digestão. 

Entre as doenças da vesícula biliar diferentes, câncer, pólipos, colecistite (inflamação da vesícula biliar) e cálculos biliares são muito comuns. Na maioria das vezes, uma cirurgia para remover vesícula biliar (colecistectomia) é necessária como parte do tratamento de cálculos biliares. O paciente pode sentir alguns efeitos secundários da cirurgia da vesícula biliar. As complicações após a cirurgia da vesícula biliar incluem dor no, lesão torácica, ombro e barriga, inflamação, hemorragia, infecção, perda de apetite, náuseas e, às vezes, diarréia. No entanto, observa-se que, apesar da dor após cirurgia da vesícula biliar, os pacientes geralmente recuperar a sua condição normal dentro de 2-3 semanas. Os estudos mostram que na maioria das pessoas, a remoção de vesícula biliar não afecta o processo de digestão. 

Causas da dor após a remoção cirúrgica da vesícula biliar 

* Fraqueza: O sistema digestivo pode ficar ligeiramente mais fraco após a cirurgia da vesícula biliar, levando à perda de apetite ou náusea (pode ser um efeito de anestesia). Menos ingestão de alimentos pode conduzir à fadiga, resultando em nervosismo. Os pacientes precisa seguir uma "dieta pós remoção da vesícula biliar" desenhado por um médico ou um nutricionista. Ela ajuda a melhorar o seu / sua saúde geral e faz a sua / seu sistema digestivo forte e eficiente. Os órgãos do sistema digestivo aceitar a mudança gradualmente e, em seguida, eles funcionam sem problemas. 

* Posição do Corpo inábil: fadiga excessiva após a cirurgia pode levar à fadiga muscular ou cãibras. Os pacientes, com medo da dor pós-operatória, tendem a dobrar no abdome enquanto está sentado e durante a caminhada. Eles tendem a dobrar os seus ombros também, porque no peito e dor nas costas que constantemente experimentar. Sentem medo de endireitar o corpo. A posição desconfortável do corpo e da pressão devido a dor abdominal pode levar a dor no ombro após a cirurgia. 

* Vazamento Bile: Quando a vesícula biliar é removida, o ducto biliar é cortado para evitar vazamentos biliares e outras complicações. Se esse clipe é mesmo ligeiramente deslocado, bile podem vazar na área abdominal, levando a abdominal e dor lombar após a cirurgia. Não entre em pânico, isso é uma complicação relativamente rara. 

* Corte na Abdômen: dor abdominal após cirurgia de vesícula biliar é um dos principais efeitos colaterais da vesícula biliar cirurgia. Como vesícula está localizado no abdómen e que esteja ligado ao fígado e outras partes do sistema digestivo, a cirurgia pode causar dor no abdómen. Um grande incisão é necessário, se o médico decida realizar uma 'cirurgia aberta'. Cirurgia da vesícula biliar por laparoscopia pode exigir várias pequenas incisões no abdômen. A cirurgia laparoscópica promove recuperação rápida e menos dolorosa. 

* Os Vestígios de dióxido de carbono: Durante a cirurgia da vesícula biliar, ar ou dióxido de carbono é bombeado para dentro da cavidade abdominal. Ele é removido mais tarde. Mas a esquerda sobre os traços de dióxido de carbono pode causar dor abdominal ou dor nas costas ou dor do lado direito após a cirurgia. A esquerda mais dióxido de carbono provoca inchaço e desconforto, levando a dor de estômago após a cirurgia. 

* Os efeitos secundários da cirurgia: remoção da vesícula biliar afeta principalmente a função do sistema digestivo (por alguns dias apenas). Os efeitos colaterais da cirurgia incluem dor muscular, devido ao efeito da anestesia, diminuição da secreção de bile, diarreia, obstipação, indigestão, cólicas abdominais, inflamação ou drenagem da ferida cirúrgica, etc Quase todos os efeitos colaterais levam à dor abdominal. 

* Os espasmos do esfíncter: O cólicas na região abdominal, devido a espasmos do esfíncter da vesícula biliar (um músculo redondo que se encontra na abertura do ducto biliar para o intestino delgado) é bastante comum. Esfincterotomia pode ajudar a aliviar a dor, mas às vezes, a dor é sentida mesmo após esfincterotomia. 

* Gorduras problema digerindo: Após a cirurgia, as gorduras não pode ser digerida corretamente. Os doentes devem seguir uma dieta com baixo teor de gordura por alguns dias, ou então pode haver distúrbios do sistema digestivo, como azia, levando a dor no peito após a cirurgia da vesícula biliar. 

* Deslocando de Órgãos: Quando a vesícula biliar é removida, os órgãos vizinhos se deslocou um pouco para dentro da cavidade abdominal. Isso pode levar a dor nas costas / abdominal após a cirurgia. 

* Infecção: Devido a uma infecção bacteriana após a cirurgia, o paciente pode sentir dor no abdome ou no peito ou mesmo dor nas costas. 

* Possíveis complicações sérias: Embora as chances de complicações durante a cirurgia da vesícula biliar são muito baixos, você não pode ignorar a possibilidade de algumas condições complexas. Por exemplo, hemorragia interna, infecção / oozing lesão ferida, intestino delgado, ducto biliar, duto cístico, vasos sanguíneos, fígado, etc, cálculos biliares equivocadamente empurrados para o ducto biliar comum ou na cavidade abdominal, vazamento de bile para o cavidade abdominal, etc Todos estes podem causar dor abdominal. 

Desde vesícula biliar regula o fluxo de bile em seu corpo, o intestino delgado pode receber bile muito ou pouco de uma só vez, após a remoção da vesícula biliar. Se você está sofrendo de "bile muito pouco", então você pode levar 'purificado sais biliares dos suplementos. Se muita da bile é vertida para o intestino, então você pode ter que correr para o banheiro imediatamente depois de comer. 

Espero que você encontrou as causas da dor persistente após passar por uma cirurgia da vesícula biliar, útil. Os médicos geralmente prescrevem analgésicos para aliviar a dor. Para recuperação rápida e menos dolorosa, o paciente precisa seguir as instruções do médico, sinceramente. A boa dieta e descanso suficiente promover uma rápida recuperação. Os pacientes podem retornar às atividades normais dentro de uma semana, se for uma cirurgia laparoscópica e se não dar origem a complicações. A saúde geral e da idade do paciente também determinar o tempo de recuperação. Para a dor que não é aliviada por medicamentos, sangramento, febre persistente, drenagem da incisão, icterícia como sintomas, aumentando o inchaço abdominal, náuseas, vômitos ou dificuldade para comer / beber, deve contactar imediatamente o cirurgião.



Fonte: http://saude-info.info/
Retratação da Internet
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PEDRA NA VESÍCULA – COLELITÍASE | SINTOMAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO


Colelitíase é a presença de cálculo (pedra) no interior da vesícula biliar. A vesícula biliar tem o formato de pêra, com tamanho aproximado de 10 cm. Está localizada perto do fígado e tem como função o armazenamento da bile. A bile é prozuzida pelo fígado e é levada até a vesícula biliar para ser armazenada e eliminada na presença do alimento, principalmente rico em gorduras. 
A contração da vesícula biliar ocorre quando temos a presença de alimentos no intestino sendo a bile assim despejada e misturada no duodeno (parte inicial do intestino delgado) com o alimento que veio do estômago.



Algumas perguntas que serão respondidas neste texto:
  • O que é Colelitíase?
  • Quais são os tipos de cálculos biliares?
  • Quais o sintomas da Colelitíase?
  • Como ocorre o cálculo na vesícula?
  • Qual o exame fazer na suspeita de cálculo na vesícula?
  • Qual o tratamento da Colelitíase?
Para iniciarmos este texto devemos conhecer a árvore biliar (locais onde a bile transita). Como já dito, a bile é produzida no fígado e é jogada em pequenos canalículos (via biliar intra-hepática), em seguida cai na via biliar extra-hepática e em seguida para a vesícula biliar.
Árvore biliar = vesícula biliar, ducto cístico, ducto hepático direito e esquerdo, ducto hepático comum e colédoco
Via Biliar extra-hepática = ducto hepático direito e esquerdo, ducto hepático comum e colédoco
O ducto hepático comum é formado pela confluência do ducto hepático direito e esquerdo que se encontra com ducto cístico formando o colédoco que desemboca na parede duodenal. Na junção do colédoco com o ducto pancreático forma-se a ampola de Vater.
Tipos de cálculos biliares:
Existem 3 tipos de cálculos (de colesterol, bilirrubinato de cálcio e marrom), sendo que 2 deles são formados no interior da vesícula biliar, são eles:
Cálculo de Colesterol: é a composição da maioria dos cálculos, sendo que normalmente não é puramente de colestrol, tendo o cálcio como outro componente. Tem como fator de risco: mulheres, obesidade, multíparas (mulheres que tiveram muitos filhos), história na família, hipertrigliceridemia (aumento do triglicerídeos no sangue), gestantes, etc.
Cálculo de Bilirrubinato de Cálcio (calculo preto): é o 2º cálculo mais comum, sendo mais comum em doentes que tem destruição das hemáceas (hemólise crônica) como: anemia falciforme, esferocitose entre outras.
O cálculo de pigmento marrom ou castanho equivale a 5% dos cálculos e não é formado na vesícula biliar, sendo normalmente formado no colédoco que possui deformidades (estreitamento, obstrução…).
Como ocorre o cálculo na vesícula biliar?
Normalmente a capacidade da vesícula biliar é de somente 40- 50 ml, sendo que são produzidos diariamente 600 ml de bile. A vesícula biliar só consegue armazenar essa quantidade de bile devido a sua capacidade de absorção, ela absorve água e eletrólitos concentrando a bile entre 5 a 10x. Essa concentração pode afetar a solubilidade de dois importantes componentes dos cálculos biliares: colesterol e cálcio. O cálculo ocorre devido o aumento da concentração de colesterol e cálcio.
SINTOMAS:
A maioria dos pacientes com cálculos biliares não manifestará qualquer sintoma durante a vida. A taxa de aparecimento de sintomas é de apenas 1% ao ano nos doentes assintomáticos.
Porém quando se tem sintoma ele se manifestará através da cólica biliar, que se dá quando o cálculo fica preso na saída da vesícula biliar (infundíbulo ou no ducto cístico) transitoriamente (4-6h). Quando o cálculo fica impactado por mais de 4-6h teremos um outro quadro chamado de colecistite.
A cólica biliar é uma dor aguda e contínua, caracteristicamente localizada na topografia de vesícula biliar ou acima do umbigo, podendo apresentar irradiação para a escápula direita. Muitas vezes a dor ocorre após refeição com alimentos gordurosos, refeição que se segue a jejum prolongado ou mesmo após uma refeição habitual.
O motivo da dor é sempre a obstrução da luz da vesícula por um cálculo. Uma associação com a alimentação ocorre em somente 50% dos casos. No restante dos pacientes, a dor não é relacionada com a alimentação e  tem inicio no período noturno, acordando o paciente de seu sono. A duração da dor é tipicamente de 1-5h.As crises raramente persistem por mais de 24hs ou por menos de 1 hora. Se persistir por mais de 24h deve-se pensar em inflamação aguda ou colecistite.

Os episódios de cólica biliar se repetem em intervalos de dias ou meses, sendo normalmente menos freqüentes do que 1 crise por semana. Outros sintomas como náuseas e vômitos comumente acompanham cada episódio (60-70% dos casos).
DIAGNÓSTICO:
O primeiro exame a ser solicitado na suspeita de Colelitíase é a Ultrassonografia. Além de visualizar os sistemas biliares intra e extra-hepáticos (revelando dilatações), ainda permite a observação do fígado e do pâncreas.



TRATAMENTO:
Quando o paciente não possui sintomas do cálculo biliar, a cirurgia (colecistectomia) não está indicada, exceto quando: o cálculo é maior que 3 cm, está associado a pólipos, vesícula em porcelana, anomalia congênita da vesícula, microesferocitose.
Já nos pacientes que apresentam sintomas (cólica biliar) deverá ser realizada a remoção cirúrgica da vesícula (colecistectomia).

Fonte: Eduardo de Carvalho - medfoco.com.br
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Pedra na Vesícula - Quando a Cirurgia é Necessária

Para tratar a pedra na vesícula as vezes é necessário a realização de uma cirurgia. Um sintoma que aponta problema na a vesícula é a forte dor no estômago. Quando se torna ainda mais aguda, é sentida também na região das últimas costelas à direita.

O desconforto diminui e aumenta de intensidade, como uma cólica, e acaba irradiando pelo abdome superior e pelas costas. Depois acontecem os enjoos e o vômito. Esses são sintomas mais comuns da pedra na vesícula.





Esses foram os sintomas da dona de casa Fabiana Fillus, 49 anos, antes que ela saísse às pressas para o pronto-socorro mais próximo de sua casa. "Descobri que tinha pedra na vesícula quando tive uma dor insuportável e foi preciso sair correndo para ser medicada. Quando eu estava mais controlada, os médicos investigaram as causas mais prováveis que desencadearam aquela dor. Foi com uma ultrassonografia abdominal que o diagnóstico descartou problemas em outros órgãos e indicou a existência de cálculos na vesícula biliar", conta ela.


Segundo pesquisas, esse quadro doloroso não é incomum, já que de 10% a 20% das pessoas com idade entre 35 e 65 anos têm cálculos na vesícula. "A doença afeta mais a mulher, e algumas das possíveis causas são a síndrome plurimetabólica, descontrole hormonal em vários órgãos, a obesidade, o efeito sanfona, processo constante de ganho e perda de peso, a idade e a presença de diabetes", explica o infectologista e chefe da disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Paulo Olzon Monteiro da Silva.

Na maioria dos casos, as pedras são assintomáticas, e o paciente só vai saber que tem o distúrbio quando elas obstruem parcial ou totalmente as vias biliares, causando dor. "Tem que ter cuidado para não confundir problemas de fígado com vesícula. Geralmente, as pessoas acham que estão passando mal, com diarréia, dor de cabeça, enjoo e a pele e o branco dos olhos meio amarelados, porque o fígado não está cumprindo seu papel, mas, na realidade, este órgão causa poucos sintomas. O que acontece realmente é que a vesícula não está funcionando como deveria", esclarece Olzon.

Funções

De acordo com o gastroenterologista Vitório Luiz Kemp, de São Paulo, a vesícula biliar é um órgão pequeno, no formato de uma pêra, localizado embaixo do fígado. Ela é a responsável por armazenar a bile, um líquido esverdeado produzido pelo fígado que aumenta a solubilidade de gorduraspara o organismo absorver com mais facilidade as vitaminas provenientes dos alimentos e, ainda, facilita o trânsito intestinal. Funciona como um "sabão" do corpo, quebrando as gorduras que ficam presas no intestino. Depois dessa "limpeza", o que não vai ser aproveitado é jogado fora - neste caso, com as fezes.

"Sempre que se come alguma coisa, a vesícula é encarregada de jogar a bile, fazendo pequenas contrações, no duodeno, que é a primeira parte do intestino, para a digestão acontecer sem nenhum mal-estar. É lógico que em refeições pesadas, com gorduras em excesso, o trabalho vai ser bem maior. Mas se isso não for freqüente, a bile executa o trabalho direitinho. Isto é, quando não há uma pedrinha no caminho", diz Kemp.

Mas como essas pedras se formam? "Dentro da vesícula, estão concentrados gorduras e sais biliares. Se houver qualquer alteração nessa solução, começam a ser formados os cálculos, que podem ficar tranquilamente guardados ali por anos sem causar problemas. Dependendo do tamanho, eles também podem passar pelas vias biliares, causando um mal-estar dolorido, mas passageiro, ou, simplesmente, obstruir o canal, quando acontecem as cólicas, vômitos e febres", prossegue o gastroenterologista.

Tratamento

O tratamento para os problemas de cálculo na vesícula podem ser feitos com medicação ou cirurgias. "Os medicamentos ajudam a dissolver a solução dentro da vesícula, evitando a formação de pedras. No entanto, leva de seis meses a um ano, é caro e nem sempre resolve o caso", explica o médico Paulo Olzon.

Diante disso, a remoção cirúrgica da vesícula, ou colecistectomia, é a opção preferida pela maioria dos médicos. "Essa escolha é feita porque as intervenções convencionais, que até alguns anos atrás pediam internação mínima de cinco dias e deixavam cicatriz de 20 a 30 cm de extensão, estando, portanto, mais sujeitas a complicações, foram deixadas de lado. Hoje, com a videolaparoscopia, intervenção feita por meio de mini incisões, com o auxílio de um sistema de vídeo, a cirurgia dura de duas a quatro horas, dependendo da anatomia do paciente, e a internação caiu para dois ou três dias. Os cortes têm apenas meio centímetro e a recuperação no pós-operatório é bem mais rápida", garante o infectologista.

Fonte: vilamulher.terra.com.br

Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.

Cirurgia Minimamente Invasiva

O que é cirurgia minimamente invasiva?

A cirurgia minimamente invasiva é aquela realizada por meio de pequenas incisões, com mínima agressão ao organismo, realizado por meio de uma técnica conhecida como laparoscopia.

Laparoscopia é uma maneira de olhar dentro do abdômen, através de um mini-corte por onde se introduz uma lente chamada laparoscópio.

Para criar o espaço necessário para a cirurgia e adequada visualização dos órgãos abdominais a cavidade abdominal é preenchida e insuflada com ar (gás carbônico) através de um aparelho chamado insuflador. Ao processo de encher a cavidade abdominal com ar denomina-se penumoperitôneo.

O instrumental cirúrgico e uma câmera entram na cavidade através de trocateres, que são tubos com válvulas para permitir a entrada de gás carbônico e dos instrumentos. Os instrumentos de cirurgia (pinças, tesouras, cautérios, porta agulhas, fios, gazes e outros) são introduzidos pelo cirurgião através destes trocateres que se localizam em pequenas incisões na pele (de 1 a 15 mm) denominadas portais.

O pneumoperitônio é realizado de forma aberta ou fechada. Este primeiro portal geralmente se localiza próximo ao umbigo para que a cicatriz fique escondida. Na forma aberta é realizada um minicorte e o primeiro trocater é inserido sob visão direta na cavidade abdominal. Na forma fechada é realizada uma punção com uma agulha especial (agulha de Veress) e após ser atingida a pressão desejada é inserido um instrumento às cegas na cavidade. Após a introdução do primeiro portal é inserida uma microcâmera e uma fonte de luz, através de fibra óptica. Esta câmera aumenta a visão do cirurgião e permite que a cirurgia possa ser realizada sem cortes maiores. O médico especialista inspeciona todos os órgãos da cavidade abdominal e verifica se a cirurgia pode prosseguir. São inseridos os demais instrumentos com a realização de novos portais de acordo com o procedimento a ser realizado. Ao final da operação são retirados os trocateres e os portais são fechados com técnica de cirurgia plástica.

De uma forma geral, os riscos do procedimento cirúrgico ainda existem mesmo quando realizados por laparoscopia em mãos experientes e são similares aqueles da cirurgia convencional. Converse com nossa equipe sobre os risco e alternativas da cirurgia.

Sabe-se ainda que por realizar incisões menores o risco de infecção da ferida cirúrgica seja menor com o uso de laparoscopia. Existem complicações associadas especificamente ao uso desta técnica relacionadas a punção e ao pneumoperitôneo.

Outras vantagens do uso de cirurgia minimamente invasiva

- Com cortes menores há menos dor, com menor uso de remédios e a recuperação é mais rápida: você pode caminhar e movimentar-se livremente de forma mais rápida, previnindo complicações relacionadas a pessoas acamadas, tais como infeccção e embolismo. Há um retorno do funcionamento do intestino mais cedo permitindo que você se alimente antes. Você também pode sair do hospital em um curto período de tempo (em média em 24 horas) e retornar as suas atividades diárias em um curto prazo (em média em uma semana).
- Do ponto de vista estético, os resultados são mais agradáveis.

Hoje, praticamente todas as cirurgias do Aparelho Digestivo podem ser realizadas através de métodos minimamente invasivos. Os benefícios são os mesmos, mas vale ressaltar que procedimentos complexos envolvem um maior risco devido ao tempo que a equipe médica precisa para obter a experiência necessária para conduzir estes procedimentos de forma segura. Seu uso está principalmente consagrado para tratamento das doenças da vesícula biliar e do refluxo gastroesofageno, seguido por apendicectomias, cirurgias de obesidade e correção de hérnias. O uso em cirurgia de fígado e de pâncreas vem crescendo gradativamente. A Sociedade Brasileira de Videocirurgia (Sobracil) promove o desenvolvimento destas técnicas no Brasil.

Saiba mais

- "Láparos" vem do grego e significa abdômen. Laparotomia é a cirurgia que incisa a parede abdominal para operar as estruturas e órgãos intra-abdominais a céu aberto.
- Foi somente em 1962 que se realizou a primeira laqueadura tubária por via laparoscópica. Em 1974, Semm em Lubeck, na Alemanha, realizou vários tipos de cirurgia ginecológica. Sem é considerado o pai da cirurgia laparoscópica. Por sua influência direta, os avanços iniciais foram todos na área ginecológica. Em 1983 esse mesmo cirurgião alemão e Mouret em Lyon, França, executaram as primeiras apendicectomias. Em 1987, já com o desenvolvimento de microcâmeras de vídeo, realizou-se a primeira remoção laparoscópica de vesícula biliar. A partir da década de 90 houve uma proliferação da técnica de cirurgia minimamente invasiva, sendo que hoje a técnica é de uso preferencial para um grande número de cirurgias abdominais. 
Fonte:www.cirurgiahepatogastro.com.br

Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.

Pólipo de Vesícula Biliar o que fazer ? Consenso do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Pólipo de Vesícula Biliar
Alguns estudos apontam para uma associação entre polipose de vesícula biliar e leucodistrofia metacromática. Esta se caracteriza pelo depósito de material metacromático resultante da quebra de mielina no sistema nervoso central e periférico. As manifestações clínicas estão relacionadas com a degeneração da substância branca encefálica. Como a polipose biliar é um fenômeno raro na infância, a leucodistrofia metacromática deve ser excluída nessa ocasião. A polipose vesicular é encontrada dez vezes mais em pacientes com retocolite ulcerativa. Na doença de Peutz-Jeghers também podem ocorrer hematomas intravesiculares. Em dislipidemais, como na doença de Gaucher, podem ser encontrados pólipos de gordura dentro da vesícula. Estudos mostraram não haver associação entre lesões polipoides de vesícula biliar (LPVB) e sexo, índice de massa corporal e diabetes melito, considerados fatores de risco para litíase biliar. Também não há associação com gestações e uso de anticoncepcionais orais. Os fatores de risco para colelitíase (obesidade, gravidez, anticoncepcionais, etc.) não parecem estar relacionados com LPVB. Há dúvidas quanto a uma possível associação entre pólipos e carcinoma da vesícula. Os adenomas, que representam 4% das lesões polipoides, podem ser os precursores do carcinoma de vesícula, ainda que alguns autores acreditem que a maioria dos carcinomas se desenvolva a partir de um epitélio plano displásico, em termo estimado de 15 anos entre displasia e câncer avançado.

Existe pólipo sintomático?
As LPVB são assintomáticas, salvo casos excepcionais. Durante investigação de quadros dispépticos, o eventual achado de lesão polipoide na vesícula biliar geralmente não explica a origem das queixas do paciente. A maioria dos sintomas pode ser atribuída a afecções concomitantes, como cálculos de vesícula (presentes em 15% dos casos com lesão polipoide), úlcera péptica ou refluxo gastroesofágico. Algumas lesões polipóides maiores ou localizadas próximo ao ducto cístico podem obstruir o trânsito colecistocoledociano, produzindo quadros de cólica biliar ou colecistite aguda. Ocasionalmente, um pólipo de colesterol pediculado pode desprender-se da parede vesicular e obstruir o cístico ou a via biliar extra-hepática distal. 

Na presença de lesão polipoide recomenda-se outro(s) exame(s) além da ultra-sonografia? Qual(is)? É possível diferenciar a lesão benigna da maligna antes da cirurgia?
A ultra-sonografia apresenta acurácia diagnóstica superior ao de outros exames. A sensibilidade e a especificidade da ultra-sonografia na detecção de LPVB estão em torno de 90%. A tomografia computadorizada apresenta sensibilidade aproximada de 70%. A maioria da LPVB são pólipos de colesterol, dos quais cerca de 90% têm menos de dez milímetros de diâmetro. A apresentação mais comum dessas lesões é de uma imagem pequena, arredondada, ecogênica e sem sombra acústica. Apresentam um pedículo estreito e frágil que pode, muitas vezes, não ser identificado na ultra-sonografia. Lesões polipóides sésseis e espessamento da parede vesicular aumentam a suspeita de câncer, exigindo a realização de tomografia computadorizada e, se disponível, ultra-sonografia endoscópica. Em geral, padrões hipoecogênicos são considerados atípicos para pólipos de colesterol e são sugestivos de malignidade. A prevalência de neoplasias malignas é alta em LPVB com diâmetro superior a 10 mm. Assim, é indispensável o diagnóstico diferencial nessas ocasiões. A presença de imagem ecogênicas parcialmente agregada em lesões polipoides indica um pólipo de colesterol, mesmo que a lesão apresente áreas hipoecogênicas. A ultra-sonografia endoscópica é mais sensível para detectar este padrão de agregação, o qual é um sinal altamente sugestivo de pólipo de colesterol. Estudos sugerem que as LPVB com diâmetro acima de cinco mm, ou aquelas com padrão ecogênico, devem ser examinadas pela ultra-sonografia endoscópica. Quando este exame evidenciar a presença de agregação com imagens ecogênicas, pelo menos parcial, o diagnóstico é considerado pólipo de colesterol. A presença de microcistos múltiplos intramurais indica adenomiomatose. O diagnóstico de adenocarcinoma deve ser considerado em lesões sésseis com mais de 10 mm de diâmetro e ecogenicidade heterogênea. Não obstante os relatos de estudos citológicos de aspirado de LPVB obtidos por punção guiada por ultra-sonografia, os membros do consenso não recomendam este procedimento. Uma precisa distinção pré-operatória entre lesão benigna e maligna não é possível com os atuais métodos utilizados na investigação das LPVB.

Além do tamanho da lesão polipoide, que outros fatores influem na conduta? 
O tamanho, o aspecto e o número de lesões, a presença de cálculos e a idade dos pacientes correlacionam-se com a natureza benigna ou maligna das LPVB e auxiliam na fundamentação da conduta a ser adotada. Assim, características como diâmetro da lesão maior que 10 mm, base de implantação com mais de cinco mm, crescimento rápido, espessamento da parede vesicular, colelitíase e idade superior a 50 anos reforçam a indicação cirúrgica, visto que nesses casos o risco de carcinoma é maior. 

Colecistectomia laparotômica ou laparoscópica?
A colecistectomia laparotômica está indicada nos pacientes com suspeita elevada de neoplasia vesicular maligna, independente da presença ou não de cálculos. São considerados fatores de risco para neoplasia maligna: lesão polipoide maior que 10 mm, aspecto séssil, crescimento rápido, espessamento de parede vesicular e idade superior a 50 anos. Em presença de fatores de risco a indicação da laparotomia independe do tamanho da lesão polipoide. A cirurgia laparoscópica fica reservada para LPVB menores que 10 mm, associadas à colelitíase e sem os fatores de risco mencionados. 

Conclusão
As LPVB não acompanhadas de cálculos, com menos de 10 mm e sem fatores de risco para câncer devem ser acompanhadas eco graficamente a cada seis meses nos primeiros dezoito meses. Na ausência de crescimento da lesão após esse período, o controle ecográfico passa a ser feito anualmente. Nas lesões com menos de 10 mm, sem fatores de risco para câncer, mas acompanhadas de cálculos está indicada a colecistectomia laparoscópica, adotando-se precauções para que a vesícula não sofra perfurações e seja retirada da cavidade abdominal envolta por saco protetor. A colecistectomia laparotômica será empregada na impossibilidade da abordagem laparoscópica. Nas lesões com menos de 10 mm, com fator de risco, está indicada a colecistectomia laparotômica. Nas lesões com mais de 10 mm está indicada a colecistectomia laparotômica, independente da presença ou não de cálculos ou de fatores de risco para câncer. A incessante incorporação de novos conhecimentos acerca da evolução natural das LPVB e os avanços nos métodos diagnósticos e terapêuticos levará, no futuro, ao aprimoramento da conduta presentemente recomendada.
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
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Dores fortes no abdômen podem indicar cálculo biliar

Quando existe um cálculo biliar (um "ataque da vesícula"), a dor pode ser muito forte e dura alguns segundos ou minutos, e repetem com freqüência durante horas ou dias. Calafrios e febre podem acompanhar o ataque. Os sintomas, geralmente, ocorrem após a pessoa ter comido alimentos fritos ou gordurosos.
Cálculos biliares podem se formar na vesícula biliar ou (mais raramente) nos dutos biliares do fígado. Eles podem se formar na vesícula como resultado de infecção ou inflamação da parede do órgão.
Ocorrem com mais frequência em mulheres do que homens, principalmente em mulheres que ficaram grávidas mais de uma vez. Também ocorrem em mulheres obesas, com mais intensidade após os 40 anos. Nos Estados Unidos, cerca de 10 a 20% da população tem cálculos biliares.
Pessoas com diabetes, enxaquecas, câncer da vesícula biliar, cirrose e pancreatite são mais susceptíveis de ter cálculos biliares.
Cálculos são formados a partir da bile, um fluído marrom produzido pelo fígado. Colesterol (uma proteína do sangue) se combina com a bílis para formar pedras. Mas eles não se parecem com "pedras" comuns. Considerando que pedras nos rins são nítidas e cristalinas, cálculos biliares são lisos, macios e gelatinosos. Parece com uma densa gordura. Muitas vezes, pessoas com cálculo biliar não têm sintomas.
Mas, quando o bloco sai do fígado ou vesícula biliar, produz náuseas, vômitos e dor, como descrito acima.
Tratamentos
• Para aliviar a dor, faça uma fomentação quente durante 15 minutos na área da vesícula biliar, seguido por uma fricção com gelo. Repita este processo 3 vezes. Isto irá reduzir o inchaço, a inflamação e a dor.
• Se você puder evitar, não opere sua vesícula biliar. O que geralmente é feito é a retirada da sua vesícula biliar, e você realmente precisa dela.
• Estudos recentes da Universidade de Pittsburg descobriram que remover a vesícula biliar (colecistectomia) dobrou o risco de cancro do cólon.
Prevenção
É um fato interessante que as pessoas que não comem carne, lacticínios ou ovos, raramente têm ataques da vesícula. É a gordura animal que tende a formá-los.
Beber água ajuda a prevenir a formação do cálculo biliar. Foi descoberto que as pessoas com cálculos biliares bebem pouca água.
Beber um copo de água faz com que a vesícula biliar se esvazie cerca de 10 a 20 minutos depois. Esta é uma forma a manter a vesícula biliar limpa e em bom estado, isto é, se você não comer qualquer gorduras de origem animal.
A falta de exercício físico aumenta a probabilidade de formação de cálculos biliares. Com o exercício, o colesterol é excretado mais rapidamente pelo fígado e bexiga. A verdade é que tudo funciona melhor quando você se exercita regularmente.
• Não coma demasiadamente. Isto é muito importante.
• Não coma alimentos processados, fritos, açúcar, pimenta, ou lanches rápidos (junk foods).
• Não use álcool, cafeína ou tabaco.
• Mantenha o seu peso baixo. Mulheres com sobrepeso com mais de 40 anos que tiveram filhos foram as que mais tiveram cálculos biliares.
• Contraceptivos orais (e outros medicamentos contendo estrogênios) aumentam a saturação do colesterol biliar.
• Comer ovos aumenta a probabilidade de formação de pedra. Uma dieta pobre em vitamina C também faz isso.
• Comer muito carboidrato refinado aumenta a formação de pedra. A não inclusão de suficiente fibra na dieta também.
• Tomar 2 colheres de mesa de lecitina a cada dia resulta em um concentração aumentada de fosfolipídio na bílis. Isto ajuda a reduzir e dispersar cálculos biliares.
• Proteína animal na dieta aumenta a formação de pedra; proteína vegetal tende a reduzir o tamanho das pedras.
Fonte: Parana Online

Problemas da vesícula biliar durante a gravidez



A gravidez é um dos momentos mais felizes na vida das mulheres , mas pode trazer vários problemas com ele . problemas da vesícula biliar durante a gravidez é um tal problema, além de dores de cabeça, inchaço dos tornozelos e dor abdominal , que muitas mulheres enfrentam. Aqui nós damos-lhe alguns dos sinais de problemas de vesícula , de modo que você sabe o que olhar para fora. Leia em …
pedras da vesícula biliar também chamado de cálculos biliares são nada mais que os depósitos de cálcio ou colesterol na vesícula biliar ou nos ductos biliares . Se você consumir alimentos ricos em gordura e colesterol, as chances de pedras da vesícula biliar são altas. Bile, líquido amarelado secretado pela vesícula biliar , é responsável pela digestão de gorduras e colesterol no organismo. Quando você consome alimentos ricos em gordura, a vesícula se contrai liberando a bile , assim , que digere a gordura. Após o processo de digestão pára , a vesícula biliar , por vezes, não se esvazia -se completamente e, em tal caso, a bile é concentrada, com depósitos de colesterol e cálcio , criando pedras. Estas pedras obstruir o livre fluxo da bile e que a razão não há dor da vesícula biliar que é sentida no abdômen. Quando você está grávida , há várias mudanças ocorrendo em seu corpo , o que pode expô-lo a problemas da vesícula biliar durante a gravidez. Existem vários outros doenças da vesícula biliar, Que também pode causar problemas durante a gravidez.
Sinais de problemas da vesícula biliar durante a gravidez
Existem várias hormonas extra secretado pelo corpo quando você está grávida, e esses hormônios podem diminuir as funções digestivas do corpo. Quando as funções digestivas abrandar , a vesícula biliar tem dificuldade para esvaziar toda a bile , e não pode permanecer alguns bile. Mesmo quando há pedras na vesícula biliar , ainda contratos para a liberação de bile , e é quando a superfície da vesícula biliar ou entrar em contato com o cálculos biliares e começa a pintura. Além disso , a dor também pode ser causado quando a bílis não pode fluir livremente. Quando você consome os alimentos ricos em gordura , o corpo requer mais bile para digerir tais alimentos, o que implica que a vesícula se contrair mais , assim, a dor agravante.
Uma das mais comuns sintomas da vesícula biliar durante a gravidez é uma dor severa no abdômen superior direito, após consumir uma refeição rica em gordura. Essa dor é chamado um ataque do cálculo biliar, como a dor ocorre subitamente e pode durar cerca de meia hora a várias horas. Você também pode obter uma dor constante, que pode aumentar ao longo do tempo . Os outros mau sintomas da vesícula biliar incluem dores nas costas entre as omoplatas , vómitos, náuseas , inchaço do abdômen , gás, indigestão , arrotos e não ser capaz de tolerar alimentos ricos em gorduras . Além disso, você também pode sofrer de sudorese, calafrios, febre ligeira , fezes cor de argila e pele amarela.
dor do cálculo biliar pode ser comparado à dor que ocorre durante o parto. No entanto , a contração que ocorre durante o parto vai embora logo , ao contrário dos cálculos que podem permanecer por várias horas. Esta dor pode ser tão grave que pode ser difícil de aliviar .
Se os testes mostram que a dor é causada devido a formação de cálculos biliares , os médicos podem sugerir que você consumir alimentos que são muito pobres em gordura , pode ser mesmo uma dieta branda. Essa dieta é recomendada como medida preventiva em vez de cura a longo prazo. medidas a longo prazo incluem cirurgia da vesícula biliar, Mas a cirurgia durante a gravidez pode ser muito arriscado , uma chance , não vale a pena tomar. No entanto , o médico pode recomendar a cirurgia se estiver no segundo trimestre e se a dor é muito intensa e insuportável. A cirurgia mais cedo do que pode resultar em aborto , enquanto que se for depois disso, o tamanho do bebê pode dificultar a condução .
Geralmente são as mulheres obesas que se encontram em maior risco de ter cálculos biliares. Se o excesso de gordura é acumulada no corpo , a quantidade de bile segregada diminui , resultando em depósitos de excesso de colesterol . O ganho de peso durante a gravidez ou após o parto também pode causar pedras para construir . Consumir uma dieta rica em fibras , de modo a diminuir as chances de desenvolver cálculos biliares. Grãos integrais , legumes e frutas são ricas em fibras e são excelentes para vesícula biliar inflamada.
Portanto, os problemas da vesícula biliar durante a gravidez é causada devido ao acúmulo de colesterol e cálcio na vesícula e vias biliares. Se sofrer de um dos sintomas mencionados acima, entrar em contato com um médico imediatamente e obter medidas corretivas. Como medida preventiva , é sempre melhor parar de consumir alimentos ricos em gordura e começar a ter os alimentos ricos em fibras. Em caso de dúvidas , consulte um profissional, ele sabe melhor.

Fonte: www.lifestyles.com.br

Retirada da Vesícula Biliar se torna cada vez mais comum no Brasil

A explicação é que o brasileiro tem engordado demais, e muita gente faz dietas radicais para perder peso. O resultado é que o corpo não consegue se adaptar a esses exageros.

O número de cirurgias para a retirada da vesícula biliar vem crescendo no Brasil em ritmo acelerado. A cada ano, são duas mil a mais.

A vesícula começa a produzir pedras quando acontece um desequilíbrio entre as substâncias que existem dentro dela. Esse desequilíbrio se dá em várias situações: quando a pessoa engorda demais, emagrece demais ou com o envelhecimento. E ainda: as mulheres têm mais chances do que os homens de formar cálculos na vesícula, por causa das variações dos hormônios.

“Pedras na vesícula é um problema que vem desde a Antiguidade. Agora, certamente a obesidade, com o aumento progressivo que está havendo, é um dos fatores de risco para o aumento das pedras na vesícula”, explica o cirurgião do aparelho digestivo Ivan Cecconello, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

A função da vesícula biliar é auxiliar a digestão de alimentos gordurosos. A bile é produzida no fígado e armazenada na vesícula. Quando o alimento chega ao estômago, a vesícula contrai e expulsa mais bile para o duodeno, no começo do intestino delgado.


O cirurgião Ivan Cecconello diz que a grande maioria dos obesos que fazem a cirurgia de redução do estômago tem pedras na vesícula. Os que não tem, quando emagrecem, acabam desenvolvendo cálculos. ”Existe um grande grupo de pacientes que nem sabem que tem pedras na vesícula, porque não tem sintomas”, afirma o médico.

O sintoma da vesícula doente, muitas vezes, é apenas uma azia. “A azia me matava à noite. Eu não podia comer pão no fim da tarde, tomar café, massa de qualidade e nem doce. Tudo me dava uma queimação. Isso era direto”, conta o comerciante Pedro Augusto da Nóbrega.

Seu Pedro retirou a vesícula quase seis anos atrás. Desde então, continua a comer o que sempre comeu, sem sentir nenhum mal estar. “A gente come o que tem e o que gosta. Gosto de mocotó e rabada”, revela o comerciante.

“Seria interessante se nós pudéssemos dizer que tipo de alimentos preveniria a formação de cálculos. Não está determinado um alimento em si ou os alimentos que previnem. Eu diria que o interessante hoje é não ganhar peso”, ressalta o cirurgião do aparelho digestivo Ivan Cecconello, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Grande parte dos pacientes que têm pedras na vesícula não apresenta sintomas e acaba descobrindo o problema em uma consulta de rotina. Sintomas como azia, dor no lado direito do abdômen e enjoo frequente são indicativos da doença. O diagnóstico definitivo é feito com uma ultrassonografia.
Fonte: g1.globo.com