Mostrando postagens com marcador recomendações alimentares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador recomendações alimentares. Mostrar todas as postagens

Ansiedade: Uma das Causas da Obesidade


Uma observação inicial: Caso você se identifique com esse artigo e suspeite ou acredite que é ansioso, procure auxílio profissional para tratar – não os sintomas somente – mas, principalmente, as causas do problema. Isso porque a ansiedade é a causa da obesidade de muitas pessoas, e se você deseja partir para o emagrecimento, só será possível superando esse obstáculo.
Você é ansioso (a)? Quando está sozinho em casa o que faz? Consegue relaxar, deitar na cama e ficar tranqüilo, sem preocupações, sem estresse, somente aproveitando o seu momento de descanso? Ou você já é mais do tipo que não consegue nem sentar. Quando fica sozinho, você logo caminha prá lá e prá cá, pensando em milhares de coisas até que ataca toda a comida da geladeira?
A ansiedade é um momento de tensão. O corpo sabe que receberá stress e por isso modifica suas condições fisiológicas para aquele momento. Sentindo-se ansioso, você está mantendo o corpo tenso, enrijecido. Isso desencadeia alguns sintomas como taquicardia, sudorese, tremores, entre outros.
É normal que fiquemos tensos em diversos momentos da vida. Por exemplo, temos de fazer uma apresentação em público, mas não nos sentimos confortáveis. Você quer namorar, então chegou a hora de se apresentar para o futuro sogro e sogra. A tensão é algo natural do ser humano, o problema é quando essa tensão permanece de forma constante na vida de uma pessoa. Aí as complicações podem surgir. A hipertensão pode ser causada por um nível constante de ansiedade. A gastrite, várias alergias de pele, e várias outras patologias podem ser desencadeadas por um estado de tensão constante.

Porque muitas pessoas ansiosas descarregam sua tensão na comida

Muitas pessoas não encontram a felicidade que procuram em todas as áreas de sua vida. Como comer é um dos grandes prazeres da vida, várias dessas pessoas acabam compensando a falta de outros prazeres e alegrias comendo exageradamente. A pessoa ansiosa, normalmente, sente-se infeliz e extravasa essa tristeza comendo. Ou também pode estar sentindo raiva, ou tédio, e da mesma forma tenta fazer com que isso passe, comendo. Esse ato pode ser compulsivo, tornando-se um transtorno, onde a pessoa perde o controle da situação.

O Transtorno alimentar periódico

O descontrole emocional, que é normalmente causado por nossa vida complicada e sempre estressante (correria, pressão no trabalho, nos estudos, etc.) e também por uma convivência difícil com as pessoas (amizades conturbadas; brigas com marido, família, etc.) fazem com que os sentimentos tornem-se muito intensos e que por sua vez afetem a mente, tirando a paz da pessoa. Aos poucos as reações físicas podem ser sentidas, e logo, a qualidade de vida cai.
Por exemplo: Imagine uma pessoa que sofre muita pressão no trabalho, acabou de se separar, está endividada com vários cobradores ligando em sua casa todos os dias. Essa situação não é difícil de ver. Agora imagine o que a pessoa está sentindo. O que se passa na mente dela. Como ela está emocionalmente. Essas situações levam a uma tensão definitiva, que só terá fim quando os problemas forem resolvidos.
Caso a pessoa não seja forte o suficiente, é possível que esta fique presa à ansiedade e desenvolva uma série de distúrbios físicos e emocionais em longo prazo. Uma das conseqüências possíveis é a obesidade. Isso porque a pessoa passa a descarregar sua tensão, raiva e tristeza, comendo, pois a comida gera prazer, e naquele momento pode ser confortável. Mas, aos poucos, esse hábito acaba se tornando uma compulsão, que é conhecida como transtorno da compulsão alimentar periódico. O desfecho da história dessa mulher que foi citada no exemplo pode ser triste. A obesidade contribui para desencadear uma série de patologias, como a hipertensão, diabetes, aumenta o risco de ataque cardíaco e de ocorrer um acidente vascular cerebral. E há outro fator que trará transtornos psicológicos e de convivência social para a pessoa.
Como nosso caráter é muito influenciado pelos outros, atualmente, enxergamos a beleza estética como sendo a pessoa magra. Por isso, a pessoa obesa tende a perder a auto-estima, o que a levará a um isolamento (caso não peça ajuda e não seja ajudada) e a uma conseqüente depressão, que pode resultar em um suicídio em casos avançados.

Transtorno alimentar periódico: como sair dessa
O artigo anterior pode ter parecendo um pouco trágico e até mesmo exagerado. Mas escrevo isso, porque vejo esses casos com meus próprios olhos, quando atendo clientes em nossa loja. As pessoas vêm até nós com baixa auto-estima, em depressão, com problemas sérios de saúde causados pela obesidade. E, observando o caso a fundo, você percebe que a vida da pessoa está infeliz, não é completa, e por isso, a ansiedade se apodera e a corrói aos poucos.
Para sair dessa vida, o ideal é não se isolar e nem mesmo desistir. Encare a ansiedade como um obstáculo a ser vencido. Procure alegrar sua vida. Encontre seus amigos, seus familiares, converse com as pessoas que você gosta e procure se entender com as que você não gosta muito. É difícil, mas se o problema é uma pessoa, é esse problema que deve ser combatido.
Pare e pense. O que está me irritando? Ou então: O que está me entristecendo? Qual o maior problema que estou enfrentando em minha vida? Por que estou comendo tanto? Por que não procuro uma solução ao invés de fugir dos problemas? Procure aumentar o seu relacionamento consigo mesmo (relacionamento intrapessoal).
Lembre-se que os problemas serão tão grandes quanto você quiser que estes sejam. Só serão grandes se você os enxergar grandes.
Nos casos de ansiedade e depressão o que deve ocorrer é uma mudança interna em primeiro lugar. Confiar mais em si mesmo, partir para a batalha contra o seu eu é essencial para alcançar a vitória. E veja que a depressão não é uma doença física, é somente um estado de espírito. Um desânimo muito profundo, mas que pode ser contornado.

E se eu sou ansioso?
Se você se identificou com alguns trechos deste artigo, ou acredita que o seu problema possa ser ansiedade, eu recomendo que você procure auxílio médico. É possível que você seja encaminhado para um psicólogo ou um psiquiatra. Mas há terapias naturais e alternativas também, como o tratamento com os florais que devem, preferencialmente, ser prescritos por especialistas da área.
E procure não se preocupar tanto. Você não está necessariamente doente, só um pouco cansado e estressado demais. A vida humana nos impõe isso. São tantas coisas a fazer que nosso coração, mente e corpo, entram em colapso. Acredito que praticamente todas as pessoas estejam vivendo, já viveram, ou viverão isso um dia.
Estamos em uma caminhada rumo ao emagrecimento e a cura do corpo. Por isso, tratar ansiedade pode ser um dos passos mais fundamentais e importantes de sua vida.

Fonte:http://www.alimentacao-saudavel.com

Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.



Intoxicação alimentar grave pode até levar à morte


Ovo, maionese e frutos do mar são os principais vilões do problema.

Nos restaurantes, na praia e até mesmo em casa, muito alimentos são os agentes campeões dos surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA). Causada por bactérias, vírus e algumas toxinas, a intoxicação alimentar é mais comum nas altas temperaturas e pode ocorrer tanto no processo de produção quanto de manuseio dos produtos, provocando a deteriorização dos alimentos. "As altas temperaturas e a falta de higiene são as principais causas da contaminação e se não for tratada a tempo, esta infecção intestinal pode levar a morte", explica Antonio Carlos Lopes, clínico médico da Unifesp. 
Alimentos contaminados geram intoxicação
Eles podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). Há um registro médio de 665 surtos por ano no Brasil, com 13 mil doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Por isso, é importante ficar atento à alimentação.

Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, mais de 117 mil brasileiros adoeceram e 64 morreram entre 1999 e agosto de 2008 por esse motivo. Um estudo realizado pelo Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgado no blog Well, do jornalThe New York Times, aponta o ovo cru, consumido principalmente na gemada, como um dos dez vilões mais perigosos da intoxicação alimentar. 

Os cientistas explicam que tal resultado se dá pelo fato do ovo cru ser muito suscetível a contaminações por bactérias, como a salmonela, que podem levar à morte se não forem tratadas a tempo. Tais bactérias invadem o sistema imunológico das pacientes e alteram todo o funcionamento do organismo, em especial do intestino, fígado e rins, provocando dores fortes e náuseas. Segundo o estudo, entre os produtos que mais provocaram o problema estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7%), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%). 

Principais causas da intoxicação alimentar

1. Bacteriana: as principais causas são as bactériasSalmonela ou Estafilococos. Podem ser originadas no preparo ou pela deterioração dos alimentos. "Quando a intoxicação é causada por bactéria, é mais grave e pode levar a desidratação aguda e ao choque da pressão arterial. Aparecem vômitos, febre, diarreia e, em estágios mais graves, chega a sangrar", explica o clínico Antonio Carlos Lopes. 

2. Viral: é menos frequente, mas alguns vírus podem levar à intoxicação alimentar. A hepatite B pode ser transmitida por copos ou utensílios, que não foram lavados adequadamente. "Se o vilão da história for um vírus, os sintomas são os mesmos: diarreia, febre, vômitos, mas aparecem com menor intensidade e podem ser tratados apenas com ingestão de alimentos leves, como frutas e de líquidos (chás, água de coco e muita água)", continua. 

3. Botulismo: é uma forma de intoxicação alimentar rara, mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados, principalmente enlatados. A ingestão excessiva desta toxina leva a alterações no sistema nervoso e os primeiros sintomas são boca seca, visão dupla e a incapacidade de focar objetos próximos. "É mais grave, porém pouco comum. Os enlatados são os principais causadores desse tipo de intoxicação e devem ser consumidos com cautela", explica Antonio Carlos. 

Bactéria causadora de infecção

Tratamento

Por bactérias: "se os sintomas durarem por mais de 3 dias sem melhoras, o ideal é procurar um médico e seguir a risca o tratamento com antibióticos", explica Antonio Carlos. 

Por vírus: "nestes casos, o tratamento é mais simples, com ingestão de bastante líquido, em especial água de coco para hidratar, e repouso", continua o clínico.

Botulismo: o tratamento deve ser acompanhada por um médico. "São casos mais graves, não dá para tratar só com repouso e água", explica Antonio Carlos.





Cuidados com alimentos
A prevenção é sempre mais importante. O certo seria não ingerir nenhum alimento que você não tenha preparado em casa, em condições ideais de higiene, mas como não é possível, fique atento a alguns fatores como armazenamento e lavagem.

1. Mantenha a temperatura do refrigerador abaixo de 4 graus centígrados. Isto irá retardar o crescimento das bactérias. Esse crescimento ocorre muito rapidamente, entre 16 e 45 graus centígrados, e mais lentamente entre 5 e 15 graus. É ainda importante lembrar que o congelamento não mata as bactérias, mas o seu crescimento fica inibido em temperaturas extremamente baixas. Mantenha o freezer com uma temperatura regulada entre 12 e 15 graus centígrados negativos.

2. Mantenha alimentos, peixes, carnes, ovos e laticínios na geladeira, até o momento de prepará-los. Alimentos fora do refrigerador, nos períodos de verão, têm o risco de apresentarem o crescimento da bactéria Salmonella, causadora de infecções gastrointestinais. 

3. Alimentos que sobram de uma refeição devem ser congelados imediatamente, para consumo posterior ou, então, serem descartados. Caso sejam guardados, deve-se procurar remover os acompanhamentos (como molhos), cobri-los e congelá-los imediatamente.  

4. Ostras e crustáceos devem ser bem cozidos, pois podem conter desde vírus ( causadores da hepatite, por exemplo), a bactérias (causadoras de intoxicação alimentar). 

5. Cuidados ao servir os alimentos: sirva,principalmente carnes e peixes, imediatamente após o cozimento e não aguarde mais de 2 horas para servir o alimento. Nos buffets de restaurantes, verifique se os alimentos frios estão no gelo a temperaturas próximas de zero grau, já os pratos quentes devem ser mantidos aquecidos acima de 60 graus centígrados. 

6.Utensílios usados devem ser lavados cuidadosamente, antes de receberem novas porções, mesmo que seja do mesmo alimento. Todas as frutas e outros vegetais devem ser cuidadosamente lavados. 

7. Lave as mãos e utensílios de cozinha antes de preparar os alimentos. "Facas utilizadas no corte de peixes ou carnes devem ser lavadas com água quente e detergente, antes de se iniciar o processo de preparo. Assim evita-se a contaminação", sugere o clínico. 

8. Cuidado com a água que você consome. "Muita gente acha que só alimentos causam intoxicação, mas a água é um dos principais motivos do problema. Prefira sempre água filtrada da qual você saiba a procedência", finaliza o clínico médico.  

E lembre-se, prefira sempre uma alimentação mais leve. Além de ser menos perigosa para o organismo, te ajuda a manter o peso .

Ranking dos alimentos mais perigosos *
1-Ovos
2-Frutos do mar
3-Enlatados
4-Maionese
5-Queijo, em especial os queijos quentes vendidos na praia
6-Frutas vendidas em potes ou em barracas na rua, como açaí, abacaxi , melancia e outros
7-Sorvete
8-Espetinhos em geral
*Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde
Publicado no site Minha Vida.
Atenção! As informações desse site visam apenas ajudar na compreensão dos temas, não deve ser usado como guia para diagnóstico e tratamento nem substituir uma visita ao médico.

A Nova Roda dos Alimentos

Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Neste caso nem é vontade, mas sim necessidade, porque a ciência evoluí constantemente em conhecimento nas mais diversas áreas . A área em questão é a Educação Alimentar (a nossa alimentação, os nossos hábitos alimentares). Houve necessidade de mudar as orientações alimentares com o objectivo da população aprender a comer de forma mais equilibrada, variada e completa. As orientações alimentares são dadas através de um gráfico em formato de círculo/circunferência dividido por partes que tem o nome de A Roda dos Alimentos. O que mudou foi a Roda dos Alimentos, sendo alterada a organização nos grupos dos diferentes alimentos. A percentagem, valor de cada grupo de alimentos, também sofreu algumas alterações. O grupo dos Cereais e derivados, tubérculos com 28% é agora o maior grupo na roda. De seguida os grupos: Hortículas com 23%, o grupo da Fruta com 20% e o grupo dos Lacticínios com 18%. Por fim, os grupos mais pequenos são: Carnes, pescado e ovos com 5%, Leguminosas com 4% e Gorduras e óleos com 2 %.  Devido à importância que a água tem no dia a dia da população considerou-se que esta ocupava a posição central na roda dos alimentos. Recomenda-se o consumo diário de água na ordem de 1,5 litros a 3 litros. Posto isto, agora a roda dos alimentos ficou conhecida como A Nova Roda dos Alimentos.
“A Roda dos Alimentos é um instrumento de educação alimentar destinado à população em geral. Esta representação gráfica foi concebida para orientar as escolhas e combinações alimentares que devem fazer parte de um dia alimentar saudável. Utilizada desde 1977, como parte da Campanha de Educação Alimentar “Saber comer é saber viver”, a Roda dos Alimentos sofreu recentemente uma reestruturação, motivada pela evolução dos conhecimentos científicos e pelas alterações nos hábitos alimentares.
Mantendo o formato circular original, associado ao prato vulgarmente utilizado às refeições, a nova versão subdivide alguns dos anteriores grupos e estabelece porções diárias equivalentes, para além de incluir a água no centro desta nova representação gráfica.” 
 Fonte: http://www.portaldasaude.pt


A nova Roda dos Alimentos é composta por sete grupos, com funções e características nutricionais específicas:
  • Cereais e derivados, tubérculos – 28%
  • Hortícolas – 23%
  • Fruta – 20%
  • Lacticínios – 18%
  • Carne, pescado e ovos – 5%
  • Leguminosas – 4%
  • Gorduras e óleos – 2%
Dentro de cada divisão estão reunidos alimentos nutricionalmente semelhantes entre si, para que possam ser regularmente substituídos, assegurando a variedade nutricional e alimentar.
.
COMPARAÇÃO ENTRE A ANTIGA E A NOVA RODA DOS ALIMENTOS
.
Segundo a Direcção Geral de Saúde:
“As recomendações, em termos nutricionais, são as seguintes:
1) Promoção do aleitamento materno;
2) Aumento do consumo de hidratos de carbono complexos;
3) Aumento do consumo de fibra;
4) Redução do consumo dos lípidos totais, em especial à custa dos ácidos gordos saturados e colesterol;
5) Redução do consumo de sacarose;
6) Redução do consumo de sódio;
7) Redução do consumo de álcool;
8) Ingestão adequada de cálcio;
9) Ingestão adequada de flúor (1);
10) Adequação alimentar às necessidades energéticas.
(1) De acordo com as recomendações publicadas no Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral – 2005, a suplementação da alimentação com flúor não é recomendada para nenhuma faixa etária da população. Excepcionalmente, as crianças com elevado risco para o aparecimento de cárie dentária podem fazer 1 comprimido diário de fluoreto de sódio a 0,25 mg.
.
A estas recomendações poder-se-ão acrescentar as seguintes especificações em termos alimentares:
1) Aleitamento materno nos primeiros meses de vida, pelo menos durante os primeiros seis meses;
2) Consumo adequado de cereais e seus derivados, como o pão e outros, batatas e leguminosas;
3) Aumento do consumo de produtos hortícolas e de frutos frescos;
4) Redução do consumo de gorduras, em especial das gorduras sólidas e das sobreaquecidas; dar preferência ao consumo de azeite;
5) Aumento do consumo de peixe;
6) Redução do consumo de açúcar e de produtos açucarados;
7) Redução do consumo de sal;
8) Em caso de ingestão de bebidas alcoólicas, que esta seja feita com moderação. Grávidas, lactantes, crianças e jovens com menos de 17 anos nunca devem beber álcool;
9) Consumo adequado de leite e seus derivados;
10) Manutenção de um peso adequado à custa de um equilíbrio entre a ingestão alimentar e a actividade física;
11) Ingestão alimentar variada e fraccionada em pelo menos cinco refeições diárias;
12) Uma primeira refeição equilibrada logo após o acordar.
(*) Fonte: Conselho Nacional de Alimentação e Nutrição, Comissão de Educação Alimentar. ”Recomendações para a educação alimentar da população portuguesa”; 1997